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Eventos Culturais

‘Meia-Noite em Paris’, de Woody Allen – Cinema Comentado – Devires (Rua Roberto de Lauro Marques, 80 – Alto da Glória)

Gil (Owen Wilson) sempre idolatrou os grandes escritores americanos e sonhou ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que fez com que fosse muito bem remunerado, mas que também lhe rendeu uma boa dose de frustração. Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido.

Meia Noite Em Paris
UM BELO ADEUS AO PASSADO

Gil Pender (Owen Wilson) é um roteirista bem sucedido de Hollywood que considera suas obras um verdadeiro lixo. Seu sonho é largar tudo e se tornar um escritor. Visitando Paris com a noiva (Rachel McAdams) e o rascunho de uma romance pra lá de saudosista, tudo é pretexto para lembrar do passado e dos que fizeram arte ao respirar a Cidade Luz. Um dia, andando pelas ruelas parisienses sob o efeito de algumas doses de vinho, ele acaba “viajando” no tempo e vai parar na década de 20, onde poderá descobrir uma grande verdade.

Nesta viagem entram em cena famosos escritores, como Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway, os artistas plásticos Picasso, Matisse, entre outros, além dos surrealistas Salvador Dalí e Luís Buñuel. E na medida que esses encontros vão acontecendo, é legal ver que surpreendem não somente o protagonista, mas também o espectador.

Entre as curiosidades, que são muitas, destaque para a ideia de Gil dada a um “encucado” Buñuel, muito antes dele imaginar o jantar absurdo do filme O Anjo Exterminador (1962) , e também para o reconhecimento de um homem irrascível e verborrágico no autor do clássico livro “O Velho e o Mar”.

Cheia de sequências carregadas de humor e referências, essa é a bem costurada história que o diretor Woody Allen apresenta para os amantes do cinema de quallidade. E o mais interessante, vale ressaltar, é que você não precisa ser um profundo entendedor de literatura, de artes plásticas ou de música para se deixar levar pela crise existencial do personagem. Afinal, essa (boa) trama tem começo, meio e fim.

Apesar de uma abertura longa (e cansativa), com inúmeras tomadas da capital francesa sob sol, chuva, sereno e ao som de Cole Porter (também presente), Meia Noite em Paris tem ritmo crescente e os questionamentos típicos do cineasta muito bem vividos pelo personagem principal e coadjuvantes de peso, como Kathy Bates, Marion Cotillard, Adrien Brody e Michael Sheen. Wilson, aliás, se saiu muito bem num papel longe das comédias pastelão comuns em sua filmografia.

Assim, imagine se de uma hora para outra você pudesse encontrar seus grandes ídolos ou ícones de uma época. Adicione Paris ao devaneio, tempere tudo com um bom texto, bons atores, trilha coerente e pronto. Agora, se você não gosta do diretor e ainda acha que isso não é preconceito, tudo bem. Você está prestes a perder uma divertida jornada e um belo adeus ao passado.

Elektra

Elektra é um filme de 2005 de ação-aventura dirigido por Rob Bowman, com o roteiro de Raven Metzner, Zak Penn e Stu Zicherman, baseado na história de Zak Penn e na personagem criada por Frank Miller.

Sinopse
Torturada pelo passado, Elektra (Jennifer Garner) é obcecada por sua morte e seu misterioso renascimento após ter sofrido ferimentos mortais em Demolidor – O Homem Sem Medo. Apesar de ter sido treinada na rígida disciplina do ninjutsu, ela não consegue controlar a fúria que sente pela morte dos pais.

Sua ânsia por vingança faz com que parta para o exílio e se torne uma perigosa assassina profissional. Seu novo alvo é Abby (Kirsten Prout), uma garota de apenas treze anos, e seu pai, Mark (Goran Višnjić), os quais precisam salvar de um perigoso inimigo, que possui poderes sobrenaturais.

A história mostra Elektra transformando-se numa letal assassina do Tentáculo. Ela tem como missão assassinar um homem, mas acaba apaixonando-se por ele. Irados com a traição, os líderes do clã decidem que chegou a hora de acabar com a vida de sua ex-integrante.

Agora em aventura solo, Elektra se vê em uma grande batalha entre o bem e o mal. Após não cumprir uma de suas missões assassinas, ela deve defender um pai e uma filha contra os novos assassinos que vêm para cumprir a missão que ela deveria ter feito.

‘Precisamos Falar de Amor Sem Dizer Eu Te Amo’ – Teatro Municipal de Macaé – 04/08/18

Bento (Bruno Lopes) divide seu tempo entre a criação da filha de cinco anos e a tentativa de uma carreira na internet. Após anos sozinho colecionando desilusões amorosas, entra em um aplicativo de encontros para viúvos e lá conhece a excêntrica Pilar (Priscila Fantin), uma jovem guarda de trânsito decidida a reiniciar a vida após um período de isolamento social.

Completos opostos, os dois sentem uma inesperada ligação que os une e que pode provocar mudanças significativas em sua vidas.

 

The O.C. – Um Estranho no Paraíso

Mais de 13 anos depois da estreia, a série adolescente ‘The O.C. – Um Estranho no Paraíso’ voltou a bombar nas timelines, tudo porque todos os episódios foram disponibilizadas recentemente no catálogo brasileiro da Netflix.

Com estreia em agosto de 2003, o seriado ficou no ar por quatro temporadas, até 2007, e fez um baita sucesso com os adolescentes da época. Aqui no Brasil, era exibido pelo canal a cabo Warner Channel.

O enredo gira em torno da história de Ryan, um menino marginalizado que, após ser expulso de casa pela mãe, é resgatado da prisão pelo gente boa Sandy Cohen. O advogado o leva para casa ou, mais exatamente, para uma mansão em Newport Beach, em Orange County (O.C.), um dos redutos dos milionários da Califórnia, nos Estados Unidos. Tanto é que, em Portugal, a série é traduzida como ‘The O.C – Na Terra dos Ricos’. Faz sentido, não?

The Oc

A partir da chegada ao território desconhecido, o esquentadinho Ryan se mete em várias confusões e aventuras ao lado do nerd Seth e da dupla de patricinhas Marissa, com quem vive um relacionamento tenso, e a espevitada Summer. Tudo temperado com muitos dramas da adolescência e sucessos musicais, como o clássico ‘Hallelujah’.

Tanto tempo depois, o Virgula foi atrás do elenco para saber por onde eles andam. O ator Ben Mackenzie, que interpretava Ryan, continua galã e brilhando em séries policiais. Já Mischa Barton, que vivia Marisa, se envolveu em dezenas de polêmicas desde o fim da série.

Sabão de Óleo Reciclado – Stand da Escola Municipal Ancyra Pimentel, na Feira de Responsabilidade Social Empresarial, na Cidade Universitária (Macaé, RJ)

Existe uma enorme Macaé que o macaense desconhece.
Na Feira de Responsabilidade Social Empresarial, realizada na Cidade Universitária de Macaé, conhecemos Elisete e Sinara, servidoras da Escola Municipal Ancyra Pimentel, que estavam comercializando um sabão líquido neutro, produzido na reciclagem de óleo de cozinha já utilizado.
“Cuidamos dos alunos especiais da escola. O lucro irá para os nossos projetos. O sabão é feito com água, soda, álcool, óleo e essência”.
Adquirimos o produto e ele fêz enorme sucesso na nossa casa. Em breve, agendaremos uma visita à escola, e produziremos uma matéria mais detalhada.

Ghost – Do Outro Lado da Vida

Ghost (Ghost: Do Outro Lado da Vida BRA ou O Espírito do Amor POR) é um filme norte-americano de 1990, dos gêneros drama, romance, suspense e fantasia espírita, dirigido por Jerry Zucker e com roteiro de Bruce Joel Rubin. O filme foi indicado a cinco Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Trilha Sonora e Melhor Montagem, ganhou os prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante para Whoopi Goldberg e Melhor Roteiro Original.

Enredo

Sam Wheat (Patrick Swayze), um bancário, e Molly Jensen (Demi Moore), uma ceramista de talento, são um casal muito apaixonado. Recém-casados, se mudam para um apartamento em Nova York que acabaram de comprar. No trabalho, Sam descobre uma grande diferença em um par de contas bancárias. Desconfiado que há algum estelionatário desviando dinheiro do banco, ele confia em seu grande amigo e colega de trabalho, Carl Bruner (Tony Goldwyn), para investigar o assunto, já que o mesmo se ofereceu para a atividade. Com o tempo, vendo que o dinheiro da conta de um cliente continua a ser extorquido, passa a desconfiar de Carl, mas ainda não tem como provar suas suspeitas, e então Sam decide investigar os dados bancários e as contas de todos os clientes. Mais tarde, naquela noite, Sam e Molly, após voltarem de uma peça sobre Macbeth, são atacados por um bandido armado chamado Willie Lopez (Rick Aviles). Após anunciar o assalto, Molly se desespera e Willie lhe-dá um tapa. Sam entra em luta corporal com o bandido para proteger Molly, mas acaba assassinado com um tiro, e Molly fica em pânico. O espírito de Sam, ainda desorientado, tenta bater no bandido, mas fica em estado de choque ao ver seu corpo sem vida e estirado na calçada. Espíritos de luz tentam levá-lo, mas com medo e sem nada entender, recusa. Aos poucos, após acompanhar seu enterro, ele percebe que agora é um fantasma, cuja presença não pode ser vista ou ouvida, e fica muito atormentado, o que o faz chorar. Aproveitando-se desta nova realidade, decide investigar sobre o desvio da conta bancária, assunto que deixou pendente em vida, e descobre que Carl mandou assassiná-lo por medo de ser descoberto, e que ele é o estelionatário do banco que trabalhavam. Revoltado, promete vingança, e seu objetivo maior é proteger Molly.

Um dia, Sam está sozinho em seu apartamento que possuía em vida, testando sua habilidade de atravessar portas, quando Willie entra, procurando por algo. Sam é incapaz de parar o assassino, mas o gato de Molly consegue ver e ouvir Sam. Sam grita para o gato e este arranha o rosto de Willie. Sam segue o assassino até a casa dele no Brooklyn, e ouve que ele vai voltar para a casa de Molly para tentar achar a senha da conta bancária, que Sam conseguiu alterar em vida, impedindo o estelionatário de continuar com o golpe. Na volta, ele também conhece Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), ao passar pela porta de um centro espírita. Ele entra no local, em busca de ajuda pois sabe que ali podem vê-lo ou ouvi-lo. Oda Mae é uma mulher de bom coração, mas como é ex-presidiária, e não conseguiu emprego, decidiu se fingir de vidente para sobreviver. Ela é uma médium trambiqueira, que finge manter contato com parentes mortos em sessões para familiares, e se assusta muito quando percebe que pode ouvir Sam, embora não possa vê-lo. Ela acha que ficou louca, ficando muito assustada, acha que ouvir esta voz é castigo de Deus ou uma brincadeira de mau gosto do diabo, pois sempre fingiu suas habilidades até então. Com persistência, Sam conta sua história, e convence Oda Mae a dizer à Molly que ela está em perigo. Ao procurá-la, Molly não acredita, e diz que chamará a polícia caso ela não for embora. Oda Mae decide desistir, mas se afeiçoou a Sam, e por terem ficado amigos de verdade, ela promete continuar ajudá-lo. Molly está depressiva e infeliz pela morte de seu único e verdadeiro amor. Sam sofre demais e toda noite faz carinho nos cabelos de Molly até ela dormir. Sua amada não pode sentir sua presença, nem ouvi-lo ou vê-lo, o que o deixa muito frustrado. Carl se finge de amigo de Molly e aos poucos ganha sua confiança. Molly também conhece Willie, fingindo ser amigo de trabalho de Carl e Sam, e ela não o reconhece como o assaltante que matou Sam, por ele estar de máscara na ocasião. Oda Mae continua a procurá-la, sob orientação de Sam, revelando intimidades que só ele e Molly sabiam. A jovem fica impressionada, e aos poucos começa acreditar na vidente, ficando chocada ao saber que Carl e Willie são bandidos perigosos. Mas ao contar tudo para Carl, ele percebe que a há alguém ajudando a vidente, para ela saber sobre seus crimes, e então convence Molly de que Oda Mae é uma golpista e quer roubá-la. Molly fica com medo, e procura uma delegacia. Ela fala à polícia sobre suas preocupações, que está se sentindo perseguida e ameaçada. Os policiais confirmam que Oda Mae é uma velha conhecida da polícia americana, uma estelionatária que ficou presa por muitos anos, enquanto Willie não tem nenhum registro policial. É o suficiente para Molly acreditar plenamente em Carl. Ele passa a seduzi-lá e eles se envolvem. Sam fica revoltado, mas nada pode fazer.

Sam tenta mais uma vez. Oda Mae procura Molly e mesmo com as duas brigando, ela revela à Molly que Carl estava envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro no banco e que o assassinato de Sam foi uma tentativa de Carl para adquirir as senhas dele, para que ele pudesse transferir o dinheiro de várias contas para outra no outro banco. Molly fica confusa, revoltada, e expulsa Oda Mae de sua casa. Não desistindo de proteger Molly, Sam aprende como mover objetos sólidos com um agressivo poltergeist (Vincent Schiavelli) na estação de metrô. Então, começa a assustar Carl e Willie, sugando suas energias e materializando suas mãos e movendo objetos na casa de cada um, o que os deixa em pânico. Ele convence Oda Mae a ajudá-lo novamente e embora ela não queira mais se meter em confusão, aceita. Seguindo suas instruções, Oda Mae usa uma de suas identidades falsas, vai até o banco, fecha a conta que estava sendo extorquida, e dá contra a vontade seus U$ 4 milhões de dólares para um abrigo de freiras, por um pedido de Sam, já que Oda queria muito aquele dinheiro, mas Sam afirma que aquele dinheiro é maldito e por causa dele foi morto.

Carl descobre que a conta que tinha os U$ 4 milhões fora fechada e este se desespera. Sam zomba dele no escritório fazendo objetos se mexerem e fazendo acusações que aparecem na tela de seu computador, digitando “assassino”, então logo depois aparece o seu nome (SAM), tornando-o a repetir várias vezes. Carl visita Molly. Ele está muito perturbado e alterado. Ele grita para o além dizendo a Sam que vai matar Molly, cortando-lhe a garganta, a menos que o dinheiro seja devolvido naquela noite e na sua conta. Ele e Willie, em seguida, deduzem que, a Sra. Rita Müller, que fechou a conta, só pode ser a vidente Oda Mae. Eles, então, vão ao apartamento de Oda Mae para matá-la. Sam consegue chegar primeiro e avisa a Oda Mae e suas duas irmãs, para que rapidamente escapassem. Elas se refugiam no apartamento de uma vizinha. Sam usa seus poderes para separar, distrair e assustar Carl e Willie, que estão no apartamento de Oda Mae em busca dela e do dinheiro. Sam assusta Willie, aparecendo para ele e fazendo a palavra ‘BOO’ aparecer no espelho do banheiro de Oda Mae. Willie consegue ver o fantasma, e, horrorizado com a experiência e com muito medo e perturbação, foge correndo, e após ser empurrado por vários homens, que achavam que ele estava louco por correr gritando no meio da rua, ele é morto após ser encurralado e atropelado por um carro e um caminhão que perdeu a direção. O espiríto de Willie surge, vê seu corpo morto e ensangüentado em cima do capô do carro e avista Sam que diz a Willie que ele está morto. Um grupo de espíritos sombrios, com uma sinistra risada, emergem das trevas, e puxam Willie para uma sombra, enquanto Sam fica chocado com a cena de Willie sendo segurado e levado a força para o umbral.

Depois, Sam e Oda Mae retornam ao apartamento de Molly para avisá-la sobre Carl, mas ela se recusa a ir com Oda Mae. Sam finalmente a convence de que Oda Mae não é uma golpista e de que ele está verdadeiramente presente como um fantasma fazendo mover uma moeda por baixo da porta. A moeda sobe pela porta e levita na frente de Molly. Espantada, Molly deixa Oda Mae entrar e enquanto aguardava a polícia, Sam usa o corpo de Oda Mae para compartilhar uma última dança com Molly. Oda descobre que além de ouvir espíritos, pode incorporar. Sam incorpora em Oda, e conversa com Molly, que chora de emoção.

Carl chega, preparado para matar Molly e Oda Mae, mas elas fogem pela saída de incêndio. Sam fica momentaneamente enfraquecido por conta de ter incorporado em Oda Mae. Carl segue as duas até o sótão do prédio onde consegue capturar Oda Mae e a ameaça de morte, mas Molly vem em seu auxílio e detém Carl o suficiente para que a vidente escape. Carl segura Molly, mas não tem êxito. Como Sam se recuperou ele materializa energias e é capaz de desarmar Carl e atacá-lo. Carl se assusta ao ver o espírito de Sam e tenta fugir através de uma enorme janela de vidro. Ele arremessa um gancho andaime na direção de Sam que oscila para trás e parcialmente quebra o vidro na parte superior da janela, fazendo cair cacos pontiagudos de vidro sobre Carl, um deles acerta em cheio o vilão na barriga, o matando na hora. Sam desvia o olhar horrorizado com a morte do ex-amigo. O espírito de Carl surge. Sam então assiste em silêncio, enquanto guardiões sombrios chegam e arrastam Carl, que está gritando horrorizado para dentro da escuridão.

Sam vai até Oda Mae e Molly e pergunta se elas estão bem, Molly, de repente percebe que milagrosamente, ela pode ouvi-lo. Uma luz celestial enche o local e Sam se torna totalmente visível tanto para Molly, quanto para Oda Mae. Sam olha para trás e vê centenas de pessoas no plano espiritual, além de anjos, em um portal para o Além. Sua tarefa foi concluída e ele pode partir em paz. Sam compartilha com Molly um adeus emocionado e um último beijo entre a realidade e o além. Ele ainda agradece à Oda Mae por tudo e ela diz que os anjos estão o chamando para seu novo lar. Assim, Sam parte para a eternidade. Oda assume seus poderes e passa a trabalhar para caridade espiritual e Molly a ajuda, dando parte de suas cerâmicas à abrigos espíritas.

 

No

No é um filme chileno lançado no ano de 2012, dirigido por Pablo Larraín, escrito por Pedro Peirano e baseado na peça inédita El Plebiscito de Antonio Skármeta. O filme é estrelado por Gael García Bernal. O longa foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro no Oscar 2013.

 

No narra a história de René Saavedra (Gael García Bernal), publicitário acostumado a criar inúmeras peças para a agência que trabalha. No momento em que o povo chileno é chamado para votar em um referendo pela permanência do General Augusto Pinochet no poder, e seu chefe está trabalhando na campanha do “Sim”, René recebe o convite para integrar a equipe do “Não”. Sua missão: criar filmes e materiais promocionais que convençam a maioria do povo chileno a votar “No” “, interrompendo dessa forma a ditadura no país. Para dar início ao processo revolucionário é chamado o Comandante Cadera, um famoso membro do Exército que, pela bravura demonstrada em combate e por ser um extremoso pai de família, fica responsável por ser o homem do leme conduzindo o país rumo à Independência e à Liberdade.

 

Por mais que cada ditadura possua sua particularidade, certas características são universais: repressão, terror, medo, violência, desaparecimento… O Chile sob o comando de Augusto Pinochet sofreu todas estas violências, retratadas de modo devastador no imperdível Desaparecido – Um Grande Mistério (1982). No, novo filme do diretor Pablo Larrain, retorna ao tema sob outro enfoque. Ao invés de analisar o governo Pinochet, vai direto a um evento raro, talvez único, quando um ditador aceita a realização de um plebiscito popular para decidir sobre sua continuidade no poder. Diante de uma oportunidade desta, como se portar? Aproveitar os 15 minutos de propaganda livre na TV nacional para denunciar as atrocidades cometidas? Manter-se fiel ao espírito socialista e pregar seus ideais para a população? Estas seriam as opções óbvias, mas nenhuma delas foi escolhida – ao menos não ao pé da letra.

 

“Vocês querem ganhar este plebiscito?” Foi esta simples pergunta, sedutora, que René Saavedra (Gael García Bernal, contido) fez aos responsáveis pela campanha do não, após assistir uma propaganda que seguia todos os preceitos antigos descritos no parágrafo acima. Publicitário tarimbado, Saavedra sabia de antemão que uma campanha neste estilo jamais conquistaria corações e mentes dos chilenos, ao menos não a ponto de derrubar Pinochet. Sua proposta era ousada: usar os truques e ideais publicitários em nome da concretização de um sonho, mesmo que para tanto precisasse passar por cima de preceitos arraigados dos envolvidos e, por vezes, até mesmo deixá-los ofendidos. Como? Amenizando a campanha, de forma a torná-la alegre e cativante.

A saga da campanha pelo não no plebiscito chileno é tão insólita e corajosa que chega a ser difícil acreditar que seja verdadeira. A presença de propagandas reais, usadas na época, alimenta ainda mais esta sensação. Se por um lado são o retrato claro da genialidade empregada, por outro lembram sempre do risco assumido ao levar a campanha neste sentido. Sua popularização acaba minimizando uma questão primordial, motivo para muita discussão, que é o uso de meios publicitários para impulsionar sonhos ideológicos que, por si só, não teriam tal força. Impossível não fazer uma analogia rápida com a política brasileira recente e lembrar da nova roupagem ganha por Lula, através de uma campanha de marketing cuidadosamente planejada, para que pudesse enfim ser eleito presidente. Guardadas as devidas proporções – por mais que o PSDB sofra resistência, está muito longe de ser parecido com uma ditadura -, em ambos os casos a publicidade vendeu um produto. Intangível, que mobiliza e alimenta a esperança de milhões de pessoas, mas ainda assim um produto.

Além das questões ideológicas que levanta e do forte apelo patriota – é difícil não se emocionar com o desfecho do filme, seja lá de qual nacionalidade você for -, No conta ainda com mais uma ousadia, esta de caráter estético. O diretor Pablo Larraín optou por usar uma imagem suja, com muita câmera na mão e a luz estourando a todo instante, com o objetivo de causar incômodo no espectador. A ideia era fazer um longa com as mesmas condições estéticas que os próprios filmes e comerciais chilenos tinham na época, trazendo uma veracidade visual com a época retratada. A ousadia vem não desta opção – Argo, por exemplo, adotou a mesma medida -, mas pela manutenção do lado sujo da imagem, bem longe da qualidade visual vinda dos filmes hollywoodianos. Algo que pode incomodar os mais sensíveis.

No é um grande filme, que acompanha um momento histórico do Chile sabendo dosar a importância do ocorrido sem deixar de lado um idealismo emocionante. Uma história ainda atual, apesar de se passar no final da década de 1980, pelo impacto sempre presente da publicidade nas eleições recentes. Um filme para ver, aprender e refletir, sobre a história e, mais importante ainda, a presença da publicidade nas nossas vidas.

Por que assistir o filme chileno “No”?

Um dos melhores filmes de 2012 é, sem dúvida, o chileno “No” (Não). Aclamado no Festival de Cannes e indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, a obra do diretor Pablo Larraín conta — inserindo alguns personagens fictícios na realidade da época — como foi a campanha do plebiscito que tirou do poder o ditador Augusto Pinochet, em 1988.

Para explicar melhor, vamos falar rapidamente do período da Ditadura chilena para poder entender o contexto do filme.

A situação política e social chilena:
O Chile, assim como todos os países da América Latina na segunda metade do século XX, estava passando por um período político turbulento. Políticos de esquerda tinham voz ativa, disputavam eleições e chegavam até a ganhá-las.

Mas independente da orientação política, as decisões do Poder Executivo que beneficiavam o povo eram tratadas como atos “de esquerda”. E quem era de esquerda, “comunista”, corria sério risco de ser considerado um “revolucionário perigoso”.

E revolução naquela época lembrava URSS e Cuba, o que não era lá muito bom se você vivia em um país sul-americano, quintal de você-sabe-qual-nação-do-norte…

No Chile as maiores agitações políticas começaram com a chegada ao poder de Gabriel Videla, ainda em 1946. Videla foi plenamente apoiado por setores liberais e de esquerda mas, durante o mandato, alinhou sua política com a direita, mais conservadora e totalmente contrária a mudanças sociais profundas. Os apoiadores de Videla ficaram desapontados, pois mesmo com uma relativa prosperidade econômica, a maioria do povo chileno continuava passando por privações.

E assim seguiu a política chilena até 1970, com representantes eleitos que não se preocupavam muito em promover melhorias e mudanças sociais profundas.

Em 70 a esquerda conseguiu eleger o médico Salvador Allende, um dos fundadores do Partido Socialista Chileno, de orientação claramente marxista. Ato quase contínuo à posse, Allende estatizou todas as empresas estrangeiras que operavam em solo chileno. As minas de cobre, maior riqueza do país, estavam todas nas mãos de companhias estrangeiras e passaram para o controle do estado. Óbvio que alguém ia gritar.

Os investimento externos diminuíram de forma abrupta, e o Chile mergulhou em uma crise que não era lá muito interessante para um político que precisava mudar para melhor justamente as condições sociais da população. Allende culpou os EUA de provocarem a crise e a direita chilena de influenciar os protestos que tomaram o país.

Ele não estava errado em culpar estes atores, pois já foi comprovado que os EUA financiaram vergonhosamente o caos no Chile. Mas com a taxa de desemprego altíssima, o sufocamento econômico do país e as sucessivas greves que inclusive atrapalharam a agricultura chilena em 1972–73, até os militantes e simpatizantes da esquerda não tinham muito o que fazer, não tinham muita opção na hora de pedir apoio popular para a manutenção de Allende no poder.

O “estrangulamento financeiro” promovido pelos EUA — que, diga-se de passagem, não deu certo em Cuba porque a URSS passou a comprar boa parte da produção cubana e bancou a economia da ilha de Fidel — acabou funcionando no Chile, e em 11 de setembro de 1973 as Forças Armadas, comandadas pelo General Augusto Pinochet, tomaram o poder, invadindo o Palácio de La Moneda.

Conta-se que Allende, acuado, recusou-se a deixar a presidência e suicidou-se. Muitos chilenos acreditavam na versão do assassinato de Allende, mas a autópsia dos restos mortais do ex-presidente, realizada décadas depois, confirmou à História a versão do suicídio.

O golpe de 73 e os meandros da época em que o Chile viveu sob a ditadura de Pinochet serão assunto de outro texto, mas para que nós possamos entender o contexto histórico do filme “No”, saibam que no Chile a ditadura foi tão ou mais pesada que a brasileira! Muitas pessoas foram presas por apenas pensar de forma diferente da ideologia dos que estavam no poder, milhares desapareceram e morreram nas mãos do governo, a censura atuava com força e as liberdades individuais também foram diminuídas.

E então… como é o filme?

O cenário que encontramos na película, que se passa no ano de 1988, é o seguinte: Pinochet estava sofrendo pressão internacional para legitimar seu governo — afinal de contas em 1973 ele não foi eleito pelo povo — e convocou um plebiscito junto à população.

A opção “sim” mantinha o ditador no poder, enquanto o “não” obrigava-o a convocar eleições diretas para presidente no ano seguinte.

O governo não acreditava na derrota, enquanto a esquerda não acreditavam na vitória. Mas ela queria aproveitar os 15 minutos diários que teriam durante um mês em todas as rádios e TVs chilenas pra expor as mazelas causadas pela repressão.

No meio disto tudo está o personagem René Saavedra, vivido pelo ator Gael García Bernal, um publicitário, filho de exilados, que viveu boa parte da vida no México e acreditava que a campanha do “não” deveria funcionar como algo alegre, e não como uma mensagem pesada contra a repressão.

Ele ouviu críticas de pessoas que sofreram na mão da repressão e perderam parentes e amigos, mas conseguiu até certo ponto trabalhar bem com a parte dramática das vítimas da ditadura. Desde o dia em que aceitou o convite para ajudar na campanha, Saavedra pensou em vencer o plebiscito, mesmo com toda a expectativa de sofrer com uma possível repressão do governo.

O resultado final do plebiscito é conhecido por qualquer pessoa que sabe um pouco da História recente de nossos hermanos chilenos, mas o importante na película é entender como uma mensagem, transmitida do jeito certo, pode tirar as pessoas do “marasmo político”. Os chilenos viviam acuados, amedrontados pela ditadura. Muitos protestavam contra Pinochet, queriam o fim do governo ditatorial, mas a pesada repressão tirava a vontade de muitas outras pessoas de ir às ruas pedir o fim da ditadura.

Saavedra, o grupo de profissionais da publicidade e os coordenadores políticos da campanha que trabalharam a favor do “não” conseguiram mostrar que o povo chileno podia acabar com a ditadura de Pinochet usando as urnas. A opinião pública internacional estava de olho no plebiscito, o que passava uma certa segurança, mas não garantia o resultado final, caso fosse desfavorável a Pinochet, pois ele tinha as Forças Armadas do seu lado.

A equipe do “não” deveria inclusive, durante a campanha, mostrar que grande parte da população não queria a dita

dura, o que ajudaria na percepção do resultado final contra possíveis manipulações. Por isso a violência do Estado deveria ficar meio “de lado” na campanha, pois o povo tinha que perder o medo de expressar sua opinião, deveria ir para as ruas e apoiar o “não”.

A peça que inspirou o filme, um monólogo chamado “El plebiscito”, de Antonio Skármeta, nunca subiu aos palcos. Mas o filme conseguiu, com maestria, passar a mensagem. Outro trunfo do diretor Pablo Larraín foi fazer o filme como se ele fosse uma espécie de documentário filmado na época do plebiscito. Usando câmeras U-matic 3:4, Larraín reproduz a atmosfera da década de 1980 de uma forma que quando nós vemos os vídeos originais das duas campanhas, nós não sentimos qualquer diferença entre as filmagens da época e as que foram feitas recentemente. Talvez, se tivesse usado os equipamentos digitais que existem hoje, ele não conseguiria o mesmo resultado.

 

no Utopias, debatendo “Eu Sei Que Vou Te Amar”

Falcão – Meninos do Tráfico (no YouTube)

Falcão – Meninos do Tráfico é um documentário brasileiro produzido pelo rapper MV Bill, pelo seu empresário Celso Athayde e pelo centro de audiovisual da Central Única das Favelas que retrata a vida de jovens de favelas brasileiras envolvidos no tráfico de drogas. A produção independente se tornou popular principalmente por sua transmissão no programa semanal da TV Globo Fantástico, um dos mais famosos no Brasil. O documentário foi feito entre 1998 e 2006 em que os produtores visitaram diversas comunidades pobres do Brasil, registrando em 90 horas na maioria do tempo em forma digital, e um pouco em VHS. O nome do documentário é em razão do termo “falcão” usado nas favelas, que designa aquele cuja tarefa é vigiar a comunidade e informar quando a polícia ou algum grupo inimigo se aproxima. Os dois produtores tiveram que enfrentar o ambiente hostil onde viviam os jovens. A repercussão do documentário no país foi grande, sendo largamente comentado e discutido.

Características
A produção é legendada, em razão da linguagem demasiado informal dos entrevistados, e também contém a tradução de gírias. Os próprios meninos entrevistados ajudavam na produção, posicionando microfones em suas metralhadoras e registrando imagens. Não possui narração, não cita nomes, idade ou localização de onde se está documentando, havendo uma exposição direta, em que só há os depoimentos e as imagens.

O documentário faz parte do Projeto Falcão, que engloba, além do documentário, um livro publicado em 20 de março de 2006 pelos mesmos realizadores do documentário, e por um CD de MV Bill intitulado de Falcão, que foi lançado em 18 de maio do mesmo ano. O livro possui o mesmo título do documentário e se trata dos bastidores das gravações. Publicado pela editora Objetiva, possui 272 páginas e é narrado em primeira pessoa. Os autores ainda discutem assuntos como segurança pública, racismo, repressão policial e a importância do Hip hop para a juventude que vive nas favelas. O objetivo do Projeto Falcão é a de conscientizar a população sobre a realidade dos jovens das comunidades pobres. Nas palavras do produtor Celso Athayde:

“ O Falcão não é um caso de polícia, não é uma denúncia, não é uma lamentação. Falcão é sobretudo uma chance que o Brasil vai ter para refletir sobre uma questão do ponto de vista de quem é o culpado e a vítima. Falcão é uma convocação para que a ordem das coisas seja definitivamente mudada ”
Durante as gravações, 16 dos 17 falcões entrevistados morreram, sendo 14 em apenas três meses, vítimas da violência na qual estavam inseridos. Seus funerais também foram documentados. O único sobrevivente foi empregado pelos dois produtores mas acabou voltando para o tráfico até ser preso. Celso e MV Bill estavam à sua procura para que pudessem continuar com uma nova fase de gravações, tendo em vista que, em 12 de outubro, Dia da Criança, a produção será lançada nos cinemas em forma de longa-metragem com o título de Falcão – O Sobrevivente. Para financiar o filme, o rapper terá de vender mais uma vez sua casa, mas diz não se importar com isso. O filme terá como personagem principal o único sobrevivente dos falcões, o menino que sempre sonhou em ser palhaço de circo. Nas palavras de MV Bill:

“ A gente vai abordar a vida daquele que nunca deixou de sonhar. Que acabou vivo, justamente por estar preso ”
O jovem surgiu no dia 26 de março, uma semana após a primeira exibição no Fantástico, no programa do Faustão (também da Globo), se identificando como Sérgio Teixeira. Foi ao programa para pedir uma nova chance, dizendo que seu sonho continua sendo ser palhaço de circo. No programa ainda admitiu que teve chances de se “recuperar” enquanto estava no crime, mas que sofreu discriminação, alegou também ter uma filha. Além da entrevista, o programa mostrou comentários de MV Bill e do secretário estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, Astério Pereira dos Santos. Ainda tiveram outros que deram apoio ao jovem, entre eles o cantor Caetano Veloso e Beto Carreiro, que pretende ajudá-lo. No momento, Sérgio cumpre prisão em regime semi-aberto.

O que observa-se nas gravações é em como o tráfico de drogas possui influência nas favelas e, consequentemente, na vida do jovem que convive nesse ambiente hostil, além de mostrar o lado humano dessas pessoas. Muitos garotos precisam se integrar ao mundo das drogas para poder sustentar sua família. Segundo a Central Única de Favelas, a maioria dos adolescentes ganha, no máximo, R$ 500,00 para trabalhar no crime. Algumas imagens são consideradas extramamente chocantes, por mostrarem crianças que deveriam estar nas escolas portando armas de fogo. No centro de audiovisual da Central Única das Favelas, que produziu o documentário, os vídeos são feitos e editados pelos jovens das comunidades. MV Bill vêm da cidade do Rio de Janeiro, da favela Cidade de Deus onde mora até hoje. Celso Athayde é empresário dos movimentos musicais rap e hip hop, além de ser um dos fundadores da CUFA (Central Única de Favelas).

Durante as filmagens, o rapper, o idealizador do projeto, disse que chegou a ser preso enquanto falava para uma entrevista do documentário. Além de preso, alegou também ter sido agredido pelos policiais. A declaração foi feita no dia 26 de março, quando o Fantástico mostrava a segunda exibição do documentário. Sobre o assunto, MV Bill diz:

“ Levei porrada. Mas nem denunciei porque estava no lugar errado e com as pessoas que eles consideravam erradas ”

Exibições na televisão
A partir do dia 19 de março de 2006, o Fantástico passou a exibir o documentário em meio à discussões sobre a ocupação do Exército a morros do Rio de Janeiro, o que Athayde considerou como “oportuno”. A primeira transmissão, um especial de 58 minutos, correspondeu à metade do programa descontando-se os comerciais. Foi exibido em três blocos, sendo interrompidos apenas por intervalos. Desde 1973, o Fantástico nunca havia dedicado tanto tempo de sua programação a uma produção independente. Além de não haver cortes, foram acrescentados três minutos de novas imagens. O documentário deveria ser exibido em 2003 pelo programa semanal, mas foi cancelado pelos responsáveis do programa, que alegaram questões de foro íntimo

Quando perguntado pelo programa sobre o motivo pelo qual fez o documentário, MV Bill respondeu:

“ Porque eu vivo perto dessa realidade e eu sempre vi esse problema analisado por antropólogos, sociólogos, especialistas em segurança, que não vivem essa realidade. A idéia é permitir que o país faça uma reflexão sob um novo ponto de vista, que é a visão dos jovens sempre considerados os grandes culpados ”
Em 23 de março de 2006, o presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva foi presenteado por MV Bill com o DVD e o livro sobre o tema no Palácio do Planalto. Lá, o rapper aproveitou para falar sobre os problemas sociais como a má distribuição de renda.

A realidade dos jovens também foi exposta no dia 25 de março de 2006, na TV Câmara às 22h e na segunda-feira de 27 de março na Globo News, reprisando a primeira exibição transmitida pelo Fantástico, também em três blocos a partir das 23horas.


Eu Sei Que Vou Te Amar (no Utopia Cult – Cinema Comentado – Ciclo: Todas as Formas de Amar)

“Eu sei que vou te amar” é um filme brasileiro de 1986, do gênero drama, dirigido por Arnaldo Jabor.

A direção de fotografia é de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e o cenário é uma casa projetada por Oscar Niemeyer em 1948.

Sinopse

Um jovem casal resolve viver em duas horas um jogo da verdade sobre tudo o que já lhes aconteceu, numa psicanálise filmada.

Fernanda Torres ganha o prêmio de melhor Interpretação feminina, no Festival de Cinema de Cannes, pelo filme Eu Sei que Vou Te Amar , de Arnaldo Jabor.