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Profissão: Mulher (Now)

Profissão: Mulher (Now)

O filme envolve a história das modelos Sandra (Wilma Dias) e Luiza (Simone Carvalho), a diretora de criação Natália (Patrícia Scalvi) e a secretária Vera (Lady Francisco) numa agência de propaganda, com histórias que se entrelaçam e se sucedem

Simone Carvalho

Biografia

Começou a atuar ainda jovem. Aos 18 anos, estreou no cinema, no filme Amada Amante, dirigido por Cláudio Cunha, com quem se casaria. Mais tarde participou de outros dramas eróticos dirigidos pelo maridoSábado AlucinanteO Gosto do Pecado e Profissão: Mulher.

Na TV, seu primeiro papel de destaque foi na telenovela Cabocla (1979), de Benedito Ruy Barbosa. Fez ainda outras novelas marcantes, como Coração Alado (1980), Paraíso(1982) e Tieta (1989), onde interpretou a sensual e destemida Bebê.

Após participar de outro drama erótico, dirigido por Jean Garret, intitulado A Mulher que Inventou o Amor (1979), participou de As Sete Vampiras,[2] misto de terror e comédia, dirigido por Ivan Cardoso.

Simone Carvalho foi duas vezes capa da revista Playboy: edição 64 (novembro de 1980) e edição 105 (abril de 1984).

Em junho de 1997, Simone se converteu à igreja da Comunidade Cristã da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Fez vários pequenos seminários, e é hoje diplomada Bacharel em teologia na “Academia Teológica da Graça de Deus”, dirigida por R. R. Soares. Também se ordenou pastora da Comunidade Vida Cristã, no mesmo bairro. Costuma dizer que “deixou de ser famosa para pregar o Famoso”. Mais recentemente -novembro de 2010- está dirigindo e gravando uma novela em São Paulo para ser exibida no canal RIT TV de R.R. Soares.Porém, em 2005,

Simone encontrou outro caminho: deixou de ser evangélica e se converteu ao judaísmo.[3] “Frequento a sinagoga Beit El Shamah, no Recreio, guardo todas as festas, estudo a Torá e dou aula para os novatos. Ter me tornado judia foi um retorno às minhas raízes”, diz ela, que chegou a fazer exame de DNA e descobriu ter ascendência judaica. Simone ainda conta que o desejo de atuar está voltando, muito por conta das minisséries bíblicas que ela vê na Record. “Gostaria de fazer um trabalho que estivesse buscando Israel. Não seria apenas um personagem, significaria muito para a minha vida”, afirma.

Simone é irmã da atriz e automobilista Suzane Carvalho. Ex maridos:Claudio Cunha e Fernando Martins, com que teve os filhos Claudio Cunha (32 anos) e Jeanine Martins (24 anos), respectivamente.

Suzane Carvalho

Suzane Carvalho (Rio de Janeiro, 26 de dezembro de 1963) é uma ex-atriz e piloto de carros e motos e atual jornalista. Ela é filha da atriz Lia Farrel e irmã da também ex-atriz Simone Carvalho.

Suzane começou como atriz bem cedo, aos dois anos de idade já fez seu primeiro trabalho em publicidade.

No teatro, começou aos 13 anos no musical infantil “O Circo”. Peça em que a ex-atriz interpretava uma coelhinha. Entre 1977 e 1988, desenvolveu muitos trabalhos em teatro, destacando-se as peças “O Analista de Bagé”, “Bocage”, “Férias Extra Conjugais”, dentre outras. Também foi produtora de peças em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Suzane estreou na TV pela Rede Globo aos 18 anos atuando em novelas como “O Homem Proibido”, “Vereda Tropical” e “Champagne”, onde fez a personagem “Zaíra”. Trabalhou, também, em humorísticos como “Chico Anísio Show”, e programas especiais como “Caso Verdade” e “A Era dos Halley”. Na TV Manchete, trabalhou com o Costinha no programa “Domingo de Graça” e na Rede Bandeirantes, os maiores destaques foram a “Miss Constituinte”, do programa “Agildo no País das Maravilhas”, e a apresentação dos famosos Bailes de Carnaval.

Começou no cinema aos 14 anos e, ao todo, fez oito filmes. Sua primeira aparição foi no longa-metragem “Sábado Alucinante”. Como protagonista, fez “Fêmeas em Fuga” e “Perdidos no Vale dos Dinossauros”. Ainda na década de 1980 posou nua para as revistas Playboy e Ele ela.

Desde criança, o sonho de Suzane era ser piloto de automobilismo. Em 1989, começou a correr de Kart e, no mesmo ano, foi Campeã Brasileira e de várias outras competições. Passou pelas Fórmulas 1600, Fórmula Ford, Fórmula 2000 canadense e Fórmula 2000 italiana.

Em 1992, foi campeã brasileira e sul-americana da Categoria B da Fórmula 3. Essa foi a primeira vez na história do automobilismo mundial que uma mulher conquistou um título na Fórmula 3, que é disputada em todo o mundo, e com isso, Suzane entrou definitivamente para o Guinness Book e para a Enciclopédia Barsa.[1] Além disso ela foi eleita “Esportista do Ano” pelo programa Fantástico, mesmo em ano olímpico. A repercussão atingiu nível mundial, chegando a países como Estados Unidos, Itália, França e Inglaterra. Suzane chegou a receber uma proposta para testar um carro de F1 pela equipe Larrousse, mas não aceitou o convite alegando que aquilo era apenas uma estratégia de marketing e que não tinha a pretensão de contratá-la. Entretanto, mesmo com toda a repercussão, no ano seguinte a seu título, a piloto não pode correr novamente na categoria por falta de patrocínio.[2]

Em 1996 Suzane ficou parada novamente por falta de patrocínio. No ano seguinte, conseguiu patrocínio para fazer três etapas do Campeonato Carioca de Kart e do Campeonato Sul-americano de F-3, além de uma temporada completa no Campeonato Carioca de Carros de Turismo, no qual ela foi colocada para fora da pista em todas as etapas. Algum tempo depois Suzane descobriu que os outros pilotos faziam um sorteio em cada corrida para decidir quem ia botá-la para fora naquela prova. Em 1998 a piloto foi para a Inglaterra e disputou a Palmer Audi onde também sofreu com o preconceito pois a equipe lhe dava um equipamento inferior. O acesso aos dados da telemetria era limitado, porém, um dia, ela entrou no caminhão da equipe e comprovou a diferença. Depois desse incidente ela disputou o Vectra Challenge.[2]

No ano de 1999 Suzane assinou contrato com a prefeitura do Rio de Janeiro e foi correr na Indy Lights Pan-americana. Passadas três etapas a prefeitura não lhe pagou o dinheiro. Ela então assinou com a Coppertone que, após duas etapas, também não pagou. Em 2000 a piloto conseguiu o apoio da UOL que lhe dava 40% do dinheiro, entretanto, após cinco etapas o dinheiro acabou. No ano de 2001, ficou sem correr novamente. No ano seguinte surgiu a Copa Clio com a proposta de uma categoria barata, sendo gasto em cada prova em média R$ 7 mil. Porém, já na primeira etapa, Suzane teve que desembolsar R$ 22 mil e ela não tinha mais como investir e parou de competir.[2]

Em agosto de 2011 Suzane voltou a correr com um carro de Fórmula 3, ela disputou a etapa do Rio de Janeiro da Fórmula 3 Sul-americana na classe Light. O convite foi feito pela equipe Cesário Fórmula.[3]

No ano de 2003 a piloto montou um Centro de Treinamento de Pilotos que mantém até hoje com cursos de Pilotagem de Competição e de Direção defensiva e Evasiva.[2]

Como jornalista, escreve e faz testes e reviews para diversos meios de comunicação, incluindo seus próprios sites e TV por internet, UOL, revista Moto Adventure, Jornal Diário do Pará, entre outros.

Como escritora, lançou o único livro de pilotagem de competição e acerto de chassi escrito no Brasil, que já teve duas edições esgotadas.: Curso de Pilotagem de Kart – Pilotando e Acertando um Kart.

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