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Seriados de Tv

The Goodwife (1a temporada – box)

The Good Wife é um série de televisão estadunidense que estreou na CBS em 22 de setembro de 2009.[1] Criado por Robert King e Michelle King, os mesmos criadores de In Justice, é estrelado por Julianna Margulies, Christine Baranski e Chris Noth em um papel recorrente. Robert e Michelle produzem o seriado ao lado dos irmãos Ridley e Tony Scott, Charles McDougall e David W. Zucker.[2] Em 7 de outubro de 2009, a CBS renovou o seriado para uma temporada completa, estendendo a primeira temporada de 13 para 23 episódios. No Brasil, o seriado estreou em 9 de novembro de 2009 no Universal Channel. O programa foi recebido com grande quantidade de elogios de críticos e com inúmeros prêmios.

Em 7 de fevereiro de 2016, a emissora CBS anunciou por meio de um comercial durante o intervalo do Super Bowl que a sétima temporada seria a última da série. O último episódio foi ao ar em 7 de maio de 2016.[3]

Um remake sul coreano foi exibido pelo canal tvN em 2016.

A série centra-se em Alicia Florrick (Julianna Margulies), cujo marido Peter Florrick (Chris Noth), promotor do estado de Condado de Cook, foi preso depois de um escândalo envolvendo sexo com prostitutas e corrupção. Depois de ter passado 13 anos como uma mãe atenciosa e dona-de-casa, Alicia retorna ao seu antigo trabalho como advogada – devido a prisão do marido – e fica com a responsabilidade de criar os seus dois filhos.[4] A série foi parcialmente inspirado no escândalo de prostituição envolvendo o ex-governador de Nova Iorque, Eliot Spitzer,[5] bem como outros escândalos sexuais proveniente de políticos norte-americanos, particularmente os de John Edwards e Bill Clinton

Personagens e elenco
Os Florrick
Alicia Florrick (Julianna Margulies) – a esposa de um decadente promotor; Alicia retorna ao seu antigo trabalho de advogada júnior. Ela tenta conciliar sua vida profissional e familiar com o escândalo envolvendo seu marido. No meio do escândalo que sua vida se torna, Alicia volta a sentir interesse amoroso pelo seu chefe, Will Gardner, que estudou com ela na mesma universidade e foram namorados.
Peter Florrick (Chris Noth) – marido de Alicia, promotor do Condado de Cook e atual governador de Chicago. Passou um período preso devido a um suposto escândalo de corrupção, porém mais tarde é novamente eleito promotor e governador posteriormente.
Grace Florrick (Makenzie Vega) – filha de Alicia e Peter Florrick. Extremamente religiosa e aspirante à ativista dos Direitos Humanos. Sonha em ser advogada como a mãe.
Zachary “Zach” Florrick (Graham Phillips) – filho de Alicia e Peter Florrick. É um geek genuíno. Já ajudou diversas vezes à mãe a resolver alguns casos na L&G
Jackie Florrick (Mary Beth Peil) – mãe de Peter e sogra de Alicia. Jackie não acredita que o filho seja culpado e acredita que Alicia e Peter irão se reunir e formar uma família novamente. Ela tenta, em várias ocasiões, conseguir que os netos visitem o pai na cadeia
Lockhart & Gardner
Will Gardner (Josh Charles) – É um dos sócios de um prestigioso escritório de advocacia, Stern/Lockhart & Gardner, e um dos melhores advogados de Chicago. Foi amigo e é apaixonado por Alicia desde a faculdade, ajudou Alicia recomeçar a carreira depois do escândalo com o marido. E Will a Alicia tiveram um romance na terceira temporada. Desenvolve um desgosto por Alicia após descobrir que ela fundou um escritório por suas costas, acreditando que ela tentara roubar seus clientes.
Diane Lockhart (Christine Baranski) – sócia sênior do escritório de advocacia que contrata Alicia. Fina, virtuosa e inteligente. Diane é taxativa e eficaz no que faz, sempre fechando os casos com elegância e graça.
Kalinda Sharma (Archie Panjabi) – a investigadora particular da firma. Kalinda havia trabalhado anteriormente com Peter Florrick, que a demitiu
David Lee (Zach Grenier) – um advogado excêntrico e perspicaz. Extremamente focado no dinheiro, David Lee é implacável em suas tentativas de ganhar casos e atingir seus objetivos de formas nada ortodoxas.
Cary Agos (Matt Czuchry) – um advogado júnior, admitido na mesma época que Alicia. No primeiro episódio é dito que só há uma vaga permanente para o cargo, colocando Cary em competição com Alicia. Só que Alicia ganha a competição e Cary vira promotor. Após algum tempo Cary volta para a Lockhart & Gardner e monta um motim para roubar os clientes da firma e montar a Florrick/Agos & Associados.
Promotoria do condado de Cook
Glenn Childs (Titus Welliver) – ex-promotor do Condado de Cook. Foi o responsável pelo vazamento da fita de sexo de Peter Florrick à imprensa
Matan Brody (Chris Butler) – um dos promotores do Condado que foi contratado por Peter quando ele ainda era o Promotor
James Castro (Michael Cerveris) – Atual promotor do condado de Cook.
Equipe de Peter Florrick
Eli Gold (Alan Cumming) – chefe da campanha de Peter para o posto de promotor
Elsbeth Tascioni (Carrie Preston) – advogada de Peter em substituição a Daniel Golden, que assumiu um posto no governo do presidente Barack Obama
Kya Poole (Francie Swift) – assessora responsável pela imagem de Peter
Daniel Golden (Joe Morton) – advogado e um dos membros da equipe de Peter
Outros
Detetive Anthony Burton (James Carpinello) – detetive de homicídios da polícia local com ligações amorosas com Kalinda
Agente Lana Delaney (Jill Flint) – agente do FBI que ajudou Kalinda em algumas investigações
Louis Canning (Michael J. Fox) – Canning é um advogado rival que tem sido o conselheiro de oposição para Alicia em vários casos. Canning é afligido com discinesia tardia, o que muitas vezes ele usa para angariar simpatia com os juízes, júris, e testemunhas.

“Targets” — Alicia joins a secret panel of attorneys advising the U.S. government on a controversial case. Also, Eli hires Elsbeth Tascioni (Carrie Preston) to uncover why the FBI is targeting Peter, on THE GOOD WIFE, Sunday, Feb. 21 (9:00-10:00 PM, ET/PT) on the CBS Television Network. Julianna Margulies as Alicia Florrick Photo: Jeff Neumann/CBS ©2015 CBS Broadcasting, Inc. All Rights Reserved

The Handsmaid’s Tale (Netflix)

The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia BRA ) é uma série de televisão estadunidense criada por Bruce Miller, baseado no romance homônimo de 1985 da escritora canadense Margaret Atwood sobre a distopia de Gileade, encomendada pelo serviço de streaming Hulu, para produção de 10 episódios, com produção no final de 2016.

Os três primeiros episódios da série estrearam em 26 de abril de 2017, com os subsequentes sete episódios adicionados semanalmente a cada quarta-feira. Em maio de 2017, foi renovada para uma segunda temporada, que estreou em 25 de abril de 2018.

A terceira temporada tem data de lançamento em 5 de junho, com exibição dos três primeiros episódios. Novos capítulos serão disponibilizados semanalmente, às quartas-feiras, pelo Hulu. Esta temporada tem 13 episódios encomendados pela Hulu.

The Handmaid’s Tale venceu os prêmios de Programa do Ano e Série Dramática no Television Critics Association e oito Prémios Emmy do Primetime, incluindo Melhor Série Dramática, em 2017.

Em um futuro próximo, as taxas de fertilidade caem em todo o mundo por conta da poluição e de doenças sexualmente transmissíveis. Em meio ao caos, o governo totalitário da República de Gileade, uma teonomia cristã, domina o que um dia foi um território dos Estados Unidos, em meio a uma guerra civil ainda em curso. A sociedade é organizada por líderes sedentos por poder ao longo de um regime novo, militarizado, hierárquico e fanático, com novas castas sociais, nas quais as mulheres são brutalmente subjugadas e, por lei, não têm permissão para trabalhar, possuir propriedades, controlar dinheiro ou até mesmo ler. A infertilidade mundial resultou no recrutamento das poucas mulheres fecundas remanescentes em Gileade, chamadas de “aias” (Handmaid), de acordo com uma interpretação extremista dos contos bíblicos. Elas são designadas para as casas da elite governante, onde devem se submeter a estupros ritualizados com seus mestres masculinos para engravidar e ter filhos para aqueles homens e suas respectivas esposas.

June Osborne, renomeada como Offred (De Fred) (Elisabeth Moss), é a aia atribuída à casa do Comandante Fred Waterford (Joseph Fiennes) e de sua esposa Serena Joy Waterford (Yvonne Strahovski). Ela está sujeita às regras mais rigorosas e uma vigilância constante; uma palavra ou ação imprópria de sua parte pode levar a sua execução. Offred, que tem o nome de seu mestre masculino assim como todas as aias, pode se lembrar do “tempo de antes”, quando era casada, com uma filha e tinha seu próprio nome e identidade, mas tudo o que ela pode fazer com segurança agora é seguir as regras de Gileade na esperança de que algum dia possa viver livre e se reunir com sua filha novamente. Os Waterfords, principais atores no surgimento da República de Gileade, têm seus próprios conflitos com as realidades da sociedade que ajudaram a criar.

Elenco
Principal
Elisabeth Moss como June Osborne/Offred, uma mulher que é capturada na tentativa de fugir para o Canadá com seu marido, Luke, e sua filha, Hannah. Devido a ser fértil, ela vira uma aia do Comandante Fred Waterford e sua esposa, Serena Joy, e renomeada a “Offred”.
Joseph Fiennes como o Comandante Fred Waterford, um oficial do governo de alto escalão e o mestre de Offred, que secretamente se encontra com ela para estabelecer uma conexão na esperança de que ela não se mate como sua antecessora. Tanto ele quanto sua esposa desempenharam um papel instrumental na fundação da Gileade.
Yvonne Strahovski como Serena Joy Waterford, esposa de Fred e ex-ativista cultural conservadora que parece ter aceitado seu novo papel limitado em uma sociedade que ela ajudou a criar. Capaz de grande crueldade, ela quer desesperadamente se tornar uma mãe.
Alexis Bledel como Emily/Ofglen (mais tarde, Ofsteven), parceira comercial de Offred. Ela é considerada uma “traidora de gênero” (um termo usado em Gileade em referência à homossexualidade) e conhece um movimento de resistência chamado Mayday.
Madeline Brewer como Janine/Ofwarren (mais tarde Ofdaniel), uma serva com uma psique frágil que teve seu olho direito removido como punição por mau comportamento. Ela está convencida de que seu Comandante realmente a ama e que ele quer fugir com ela e começar uma família.
Ann Dowd como tia Lydia, instrutora e guardiã brutal das Handmaids. No entanto, ela parece desenvolver um gosto por Janine/Ofwarren.
O. T. Fagbenle como Luke Bankole, marido de June antes de Gileade e pai de sua filha Hannah. Como June é sua segunda esposa, sua união é considerada inválida na nova sociedade e Hannah para ser ilegítima.
Max Minghella como Nick Blaine, motorista do Comandante Waterford e um ex-vagabundo de Michigan que desenvolve sentimentos por Offred.
Samira Wiley como Moira, a melhor amiga de June desde a faculdade. Com a ajuda de June, ela é capaz de escapar de sua vida de serva, mas finalmente trabalha em um dos numerosos castigos não oficiais de Gileade como um “Jezebel” chamado Ruby. Ela parece ter desistido da vontade de escapar de Gileade até June dar-lhe forças para escapar de novo.

Elisabeth Moss as Offred

Justiça (Globo Play)

Justiça é uma minissérie brasileira que foi produzida pela Rede Globo e exibida entre 22 de agosto e 23 de setembro de 2016, no horário das 22 horas.[1] Escrita por Manuela Dias, com colaboração de Mariana Mesquita, Lucas Paraizo e Roberto Vitorino, conta com direção de Isabella Teixeira, Luísa Lima, Marcus Figueiredo e Walter Carvalho, e com direção geral e artística de José Luiz Villamarim.[2]

Sem um protagonista definido, cada dia da semana retrata diferentes tramas que se cruzam, contando com Débora Bloch, Marina Ruy Barbosa,Jesuíta Barbosa, Adriana Esteves, Jéssica Ellen, Cauã Reymond, Drica Moraes, Antonio Calloni, Julia Dalavia, Camila Márdila, Cássio Gabus Mendes, Enrique Díaz, Marjorie Estiano, Luisa Arraes, Vladimir Brichta, e Leandra Leal nos papeis principais.

Produção

Orla da Praia do Pina , no Recife, onde mora a personagem Elisa (Débora Bloch) e onde Rose (Jéssica Ellen) foi presa.
Justiça foi gravada no Recife, num esforço da Rede Globo para ambientar algumas de suas produções fora do eixo Rio-São Paulo. Segundo o diretor, a capital pernambucana foi escolhida devido à sua distribuição de renda, que é muito desigual, dando mais veracidade à minissérie. Para Villamarim, “Recife é uma síntese do Brasil”.[5][6][7]

No município, a Praia do Pina, também conhecida como Praia do Sport, a Praia de Boa Viagem, o Teatro de Santa Isabel, o Palácio do Campo das Princesas, o Mercado de São José, o icônico Edifício Holiday, dentre outros logradouros e construções, serviram como locações.

Em Olinda, algumas ruas serviram de ambientação como a Ladeira da Misericórdia, dentre outras, assim como o Largo do Amparo. Em Jaboatão dos Guararapes, foi utilizada a Praia Barra de Jangada.[8][9]

A forma de contar a trama, que tem quatro histórias paralelas que se cruzam, já foi utilizada no cinema, em filmes como Short Cuts – Cenas da Vida, Crash e Babel.[10] A preparação do elenco foi feita com Chico Accioly e o rabino Nilton Bonder.

Enredo

Toda a minissérie se passa no Recife, capital de Pernambuco. Nela é contada uma trama em cada dia da semana, onde se desenrola a busca por justiça.[19]

Segunda-feira (Vicente Menezes)
É exibido o caso de Elisa (Débora Bloch) que não supera a morte da filha, Isabela (Marina Ruy Barbosa), assassinada pelo noivo Vicente (Jesuíta Barbosa) que a flagra o traindo com o ex-namorado. Depois de liberto, tenta conseguir o perdão da ex-sogra e seguir a vida, agora casado com Regina (Camila Márdila).

Terça-feira (Fátima Libéria do Nascimento)
Mostra-se a vida de Fátima (Adriana Esteves), doméstica que matou o cachorro do policial Douglas (Enrique Díaz), por morder seu filho, e acaba por ser incriminada por tráfico. Quando é solta pretende reconstruir a família, mas o marido Waldir (Ângelo Antônio) faleceu, seu filho Jesus (Bernardo Berruezo/Tobias Carrieres) se torna morador de rua e a filha Mayara (Letícia Braga/Julia Dalavia) se prostitui.

Quinta-feira (Rose Silva dos Santos)
Mostra o desenrolar das amigas Rose (Jéssica Ellen) e Débora (Luisa Arraes), em que a primeira é presa com drogas dos amigos, enquanto a segunda é liberada. Após este fato, Débora é estuprada e quando reencontra a amiga sete anos mais tarde, parte em busca do homem que a violentou.

Sexta-feira (Maurício de Oliveira)
Exibe-se o caso de Maurício (Cauã Reymond), preso por eutanásia após matar sua esposa Beatriz (Marjorie Estiano), atropelada por Antenor (Antonio Calloni) durante fuga com o dinheiro roubado do sócio — Antenor fugiu sem prestar socorro. Quando sai da prisão, Maurício se aproxima de Vânia (Drica Moraes), esposa problemática de Antenor, agora candidato a Governador do Estado

Nada Será Como Antes (Série da Globo Play)

Nada Será Como Antes é uma série de televisão brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 27 de setembro e 20 de dezembro de 2016, em 12 episódios.[2] Criada por Guel Arraes e Jorge Furtado, é escrita pelos próprios com João Falcão, tendo direção geral de Luisa Lima, direção de Isabella Teixeira, direção de fotografia de Walter Carvalho e direção artística de José Luiz Villamarim.[3]

Conta com Débora Falabella, Murilo Benício, Bruna Marquezine, Daniel de Oliveira, Jesuita Barbosa, Fabrício Boliveira, Letícia Colin e Cássia Kiss nos papéis principais.

Ambientada em 1951, a trama acompanha a criação fictícia da primeira emissora de televisão brasileira. Impulsionado pela popularização do rádio, o empreendedor Saulo se junta ao amigo Otaviano para inaugurar a TV Guanabara. Saulo vive um romance controverso com Verônica, uma mãe sozinha e julgada por todos por ser desquitada, que, apesar de amar o empresário, mantém um caso com Richard. Já Otaviano e sua irmã, Júlia, se envolvem ao mesmo tempo com com a aspirante à atriz Beatriz, moça liberal e noiva de Vitor, que planeja se vingar de Pompeu, pai dos irmãos Queiroz e assassino de sua mãe. Ainda há Laura, fruto de um antigo namoro de Saulo com Carmem e que tenta seduzir o empresário sem saber que ele é seu pai. Já o roteirista da TV Guanabara, Aristides, se apaixona por Rodolfo, o maior galã da emissora, que apesar de ser gay tenta mantém a manter a imagem de machão.

Veronica ( Débora Falabella)

Saulo ( Murilo Benicio ) e Veronica ( Debora Falabella )

10 Segundos Para Vencer (seriado) – Globo Play

Parece pouco, mas dez segundos podem ser intermináveis para um lutador de boxe. Este é o tempo que o atleta tem para se levantar após a queda. Se não conseguir, a luta está encerrada e sua derrota por nocaute, decretada. O brasileiro Éder Jofre, bicampeão mundial, nunca ouviu essa contagem. Disputou 81 lutas, com 75 vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas, ambas por pontos. A partir do dia 8 de janeiro, a Globo conta essa história nos quatro episódios da série 10 Segundos Para Vencer.

“É mais uma oportunidade de conhecer um pouco mais da nossa história. Éder Jofre fez história e não apenas no Brasil. Ele está entre os dez melhores pugilistas do mundo, no Hall da Fama, em Nova York. A série merece ser vista pela qualidade artística, pela história e também pela qualidade das lutas, com boxe de verdade”, explica Daniel Oliveira, que vive Éder Jofre.

Dirigida por José Alvarenga Jr e escrita por Thomas Stavros, Patrícia Andrade, José Alvarenga Jr e Marcio Alemão, a série é um desdobramento do filme homônimo. Uma coprodução da Globo Filmes com a Tambelini Filmes. Dividido entre as carreiras de desenhista e lutador, Éder Jofre (Daniel de Oliveira) acaba seguindo a tradição da família ao escolher o boxe. Mas ele não se fez sozinho.

Cenas Inéditas
Chegou ao ápice seguindo a obstinação e a disciplina do seu pai e treinador, Kid Jofre (Osmar Prado). Foi o primeiro pugilista brasileiro a lutar nos Estados Unidos e o primeiro a conquistar o título de campeão mundial. Mas também precisou aprender a lidar com as angústias e os conflitos com a namorada Cida (Keli Freitas). A moça sofria ao vê-lo machucado após as lutas. “A minissérie tem cerca de 25 minutos de cenas inéditas e mergulha mais profundamente na vida pessoal de Éder Jofre. Em suas relações com a esposa, com os filhos, com a mãe e o irmão”, explica o diretor José Alvarenga Jr.

A preparação de Éder para a primeira luta nos Estados Unidos, contra Joe Medel, e os conflitos que a antecedem, entre Kid Jofre e Parnassus (Victor Laplace), o promotor da luta, também ganham mais espaço na TV. Outro diferencial da minissérie é um documentário com cenas e entrevistas inéditas. Incluindo um depoimento do japonês Masahiro Harada, de 82 anos, único adversário a derrotar Éder Jofre. Marcel Jofre revela que, apesar de ser um campeão consagrado, o pai também se preparou para perder. Já o comentarista de boxe Newton Campos conta que Mike Tyson admirava e estudava os movimentos do brasileiro. “Essa parte documental retrata toda a importância do Éder para o boxe mundial”, diz José Alvarenga Jr.

Os Dias Eram Assim (Globo Play)

Os Dias Eram Assim é uma telenovela brasileira de época, produzida e exibida pela Rede Globo entre 17 de abril e 18 de setembro de 2017, com 88 capítulos. Escrita por Ângela Chaves e Alessandra Poggi, teve a colaboração de Guilherme Vasconcelos e Mariana Torres, conta com a direção geral e artística de Carlos Araújo.[3] Foi a primeira novela anunciada e exibida como “supersérie” — uma obra dramatúrgica similar as novelas mas com formato de série na faixa das 23 horas do canal, sendo que até Liberdade, Liberdade (2016) era denominada como “novela das onze”.[4]

Contou com as participações de Sophie Charlotte, Renato Góes, Maria Casadevall, Gabriel Leone, Cássia Kis Magro, Marcos Palmeira, Letícia Spiller e Carla Salle.[1]

Marca a estreia de Ângela Chaves e Alessandra Poggi como autoras titulares, após terem colaborado com autores como Gilberto Braga, Manoel Carlos e Miguel Falabella.

Inicialmente com o título provisório de Em Nome do Amor, a história seria formalmente uma novela, exibida às 18 horas, apenas no segundo semestre de 2018. Porém, com o cancelamento de uma história de Claudia Lage, que se passaria no Sufrágio feminino na década de 1920, a novela foi reagendada outras duas vezes: estrearia em março de 2018, e posteriormente em setembro de 2017, substituindo Novo Mundo. Porém, após reanálise de sinopse e com o cancelamento de Jogo da Memória, história de Lícia Manzo transformada em minissérie, Silvio de Abreu deslocou-a para as 23 horas, sob a denominação de supersérie.[5][6]

Como a denominação de Em Nome do Amor pertence ao SBT, a Globo descartou o título, cogitando Flores e Canhões, Pra Frente Brasil! e Os Dias Eram Assim, este último escolhido por ser verso da música de Ivan Lins regravada para a abertura.[7][8][9]

Carol Castro deixou o elenco devido a descoberta de sua gravidez, o que ocasionou a entrada de Maria Casadevall em seu lugar.[10] Protagonista da história, Renato Góes havia sido primeiramente escalado para A Lei do Amor, tendo participado do lançamento e feito a caracterização de seu personagem, no entanto, acabou cedido pela produção das 21 horas, a tramas das 23 horas.[11] Antes de ser confirmado no papel de Vitor, Daniel de Oliveira foi cogitado como um dos filhos de Vera, personagem de Cássia Kis Magro.[12]

As gravações começaram em 16 de janeiro no arquipélago de Chilóe, no Chile, tendo duração de duas semanas.[13][14] No Rio de Janeiro, as primeiras cenas foram rodadas nos bairros Glória, Catete, Santa Teresa, Urca e Centro.[15]

A trama se inicia em 21 de junho de 1970, data da final da Copa do Mundo, do qual o Brasil sai vitorioso. Em meio as comemorações e o contraste político e social desolador, promovido pela Ditadura Militar, Alice (Sophie Charlotte) e Renato (Renato Góes) se conhecem, iniciando uma história de amor que irá durar por quase 20 anos, passando por diversos eventos históricos até as Diretas Já.

O médico Renato é filho primogênito de Vera (Cássia Kis Magro), dona de uma livraria em Copacabana, cujos irmãos são engajados cada um a seu modo. Gustavo (Gabriel Leone) sai às ruas pela liberdade, enquanto Maria (Carla Salle) usa a arte para se expressar e manifestar.

Criada numa família conservadora, Alice é filha de Arnaldo (Antonio Calloni), empreiteiro apoiador do regime vigente e que executa obras para o Governo. Batendo de frente com o pensamento do pai, que vive em conflito com Kiki (Natália do Vale), pelo fato da esposa não conseguir controlar a filha, a estudante de Letras contraria o desejo imposto pela família e deixa Vitor (Daniel de Oliveira), braço direito do pai na empreiteira, com quem namora há anos. Inconformado, Vitor arma para que Renato seja acusado de subversão e consiga retomar o romance.

Forçado a sair do País, Renato parte para o Chile e espera que Alice o acompanhe, mas ela acaba por não embarcar. No exterior, conhece a médica Rimena (Maria Casadevall), cujos interesses se revelam mútuos. Durante a Anistia, Renato retorna ao Brasil e se reencontra com Alice, trazendo à tona os mesmos sentimentos.[17][18]

Mary Poppins (1964) – Netflix

Londres, 1910. Um banqueiro, George Banks (David Tomlinson), resolve redigir um anúncio pedindo uma babá, após Michael (Matthew Garber) e Jane (Karen Dotrice), seus filhos, mais uma vez sumirem e fazerem Katie Nanna (Elsa Lanchester), a babá, pedir demissão. Tentando controlar a situação Winifred (Glynis Johns), a mulher de George, faz tudo para acalmar o marido, mas sua cabeça está voltada para a defesa dos direitos da mulher. As crianças também escreveram um anúncio, que difere bastante da babá que George pensa em contratar, tanto que depois de lê-lo o rasga em oito pedaços e joga na lareira, por tê-lo achadofantasioso demais. Porém, os pedaços de papel milagrosamente voam juntos até uma nuvem próxima, onde está uma pessoa muito especial: Mary Poppins (Julie Andrews). No outro dia chegam muitas candidatas para o cargo de babá, mas um vento misterioso as carrega antes de serem entrevistadas. Chega então Mary Poppins, que desce das nuvens até a casa dos Banks, usando um guarda-chuva mágico como pára-quedas. Ela conhece Mr. Banks e concorda em ficar com o trabalho. Michael e Jane ficam fascinados com Mary Poppins, pois ela é exatamente a babá que sempre sonharam.

 

 

com Tom, vendo “Ilha de Ferro”

Alemão (Globo Play)

Verdades Secretas (Globo Play)

O final de Verdades Secretas deixa uma “vontade” de continuação. No último capítulo, Carolina (Drica Moraes), mãe de Angel, se mata quando descobre o caso dela e de Alex (Rodrigo Lombardi). Mais adiante, Angel envolve Alex numa armadilha e o mata. Por fim, ela se casa com Gui (Gabriel Leone), e ninguém descobre que Alex foi assassinado. Ou seja, uma possível continuação poderia focar no casamento de Angel e as consequências de a modelo ter matado o padrasto e amante.

Apesar das pontas soltas, desfecho de Verdades Secretas é definitivo
No entanto, o episódio final de Verdades Secretas sempre pareceu definitivo. A cena do casamento de Angel foca no rosto da modelo. Ali, fica claro que ela perdeu a ingenuidade e foi transformada pelos trágicos acontecimentos de sua vida. No início da obra, Angel é uma garota ingênua do interior. No fim, ela é uma mulher calejada, mostrando segurança e alguma maldade.

Sendo assim, por mais que possa ser interessante fazer com que o assassinato de Alex venha à tona, tal sequência pode “matar” o final da “parte 1”. Isso porque o final de Verdades Secretas é muito bom dentro da proposta da história. É um final que permite ao espectador tirar suas próprias conclusões. Ou seja, mexer numa obra tão vitoriosa pode não fazer jus à trama original e, ainda, decepcionar o público.

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