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Globo Play

Justiça (Globo Play)

Justiça é uma minissérie brasileira que foi produzida pela Rede Globo e exibida entre 22 de agosto e 23 de setembro de 2016, no horário das 22 horas.[1] Escrita por Manuela Dias, com colaboração de Mariana Mesquita, Lucas Paraizo e Roberto Vitorino, conta com direção de Isabella Teixeira, Luísa Lima, Marcus Figueiredo e Walter Carvalho, e com direção geral e artística de José Luiz Villamarim.[2]

Sem um protagonista definido, cada dia da semana retrata diferentes tramas que se cruzam, contando com Débora Bloch, Marina Ruy Barbosa,Jesuíta Barbosa, Adriana Esteves, Jéssica Ellen, Cauã Reymond, Drica Moraes, Antonio Calloni, Julia Dalavia, Camila Márdila, Cássio Gabus Mendes, Enrique Díaz, Marjorie Estiano, Luisa Arraes, Vladimir Brichta, e Leandra Leal nos papeis principais.

Produção

Orla da Praia do Pina , no Recife, onde mora a personagem Elisa (Débora Bloch) e onde Rose (Jéssica Ellen) foi presa.
Justiça foi gravada no Recife, num esforço da Rede Globo para ambientar algumas de suas produções fora do eixo Rio-São Paulo. Segundo o diretor, a capital pernambucana foi escolhida devido à sua distribuição de renda, que é muito desigual, dando mais veracidade à minissérie. Para Villamarim, “Recife é uma síntese do Brasil”.[5][6][7]

No município, a Praia do Pina, também conhecida como Praia do Sport, a Praia de Boa Viagem, o Teatro de Santa Isabel, o Palácio do Campo das Princesas, o Mercado de São José, o icônico Edifício Holiday, dentre outros logradouros e construções, serviram como locações.

Em Olinda, algumas ruas serviram de ambientação como a Ladeira da Misericórdia, dentre outras, assim como o Largo do Amparo. Em Jaboatão dos Guararapes, foi utilizada a Praia Barra de Jangada.[8][9]

A forma de contar a trama, que tem quatro histórias paralelas que se cruzam, já foi utilizada no cinema, em filmes como Short Cuts – Cenas da Vida, Crash e Babel.[10] A preparação do elenco foi feita com Chico Accioly e o rabino Nilton Bonder.

Enredo

Toda a minissérie se passa no Recife, capital de Pernambuco. Nela é contada uma trama em cada dia da semana, onde se desenrola a busca por justiça.[19]

Segunda-feira (Vicente Menezes)
É exibido o caso de Elisa (Débora Bloch) que não supera a morte da filha, Isabela (Marina Ruy Barbosa), assassinada pelo noivo Vicente (Jesuíta Barbosa) que a flagra o traindo com o ex-namorado. Depois de liberto, tenta conseguir o perdão da ex-sogra e seguir a vida, agora casado com Regina (Camila Márdila).

Terça-feira (Fátima Libéria do Nascimento)
Mostra-se a vida de Fátima (Adriana Esteves), doméstica que matou o cachorro do policial Douglas (Enrique Díaz), por morder seu filho, e acaba por ser incriminada por tráfico. Quando é solta pretende reconstruir a família, mas o marido Waldir (Ângelo Antônio) faleceu, seu filho Jesus (Bernardo Berruezo/Tobias Carrieres) se torna morador de rua e a filha Mayara (Letícia Braga/Julia Dalavia) se prostitui.

Quinta-feira (Rose Silva dos Santos)
Mostra o desenrolar das amigas Rose (Jéssica Ellen) e Débora (Luisa Arraes), em que a primeira é presa com drogas dos amigos, enquanto a segunda é liberada. Após este fato, Débora é estuprada e quando reencontra a amiga sete anos mais tarde, parte em busca do homem que a violentou.

Sexta-feira (Maurício de Oliveira)
Exibe-se o caso de Maurício (Cauã Reymond), preso por eutanásia após matar sua esposa Beatriz (Marjorie Estiano), atropelada por Antenor (Antonio Calloni) durante fuga com o dinheiro roubado do sócio — Antenor fugiu sem prestar socorro. Quando sai da prisão, Maurício se aproxima de Vânia (Drica Moraes), esposa problemática de Antenor, agora candidato a Governador do Estado

Nada Será Como Antes (Série da Globo Play)

Nada Será Como Antes é uma série de televisão brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 27 de setembro e 20 de dezembro de 2016, em 12 episódios.[2] Criada por Guel Arraes e Jorge Furtado, é escrita pelos próprios com João Falcão, tendo direção geral de Luisa Lima, direção de Isabella Teixeira, direção de fotografia de Walter Carvalho e direção artística de José Luiz Villamarim.[3]

Conta com Débora Falabella, Murilo Benício, Bruna Marquezine, Daniel de Oliveira, Jesuita Barbosa, Fabrício Boliveira, Letícia Colin e Cássia Kiss nos papéis principais.

Ambientada em 1951, a trama acompanha a criação fictícia da primeira emissora de televisão brasileira. Impulsionado pela popularização do rádio, o empreendedor Saulo se junta ao amigo Otaviano para inaugurar a TV Guanabara. Saulo vive um romance controverso com Verônica, uma mãe sozinha e julgada por todos por ser desquitada, que, apesar de amar o empresário, mantém um caso com Richard. Já Otaviano e sua irmã, Júlia, se envolvem ao mesmo tempo com com a aspirante à atriz Beatriz, moça liberal e noiva de Vitor, que planeja se vingar de Pompeu, pai dos irmãos Queiroz e assassino de sua mãe. Ainda há Laura, fruto de um antigo namoro de Saulo com Carmem e que tenta seduzir o empresário sem saber que ele é seu pai. Já o roteirista da TV Guanabara, Aristides, se apaixona por Rodolfo, o maior galã da emissora, que apesar de ser gay tenta mantém a manter a imagem de machão.

Veronica ( Débora Falabella)

Saulo ( Murilo Benicio ) e Veronica ( Debora Falabella )

10 Segundos Para Vencer (seriado) – Globo Play

Parece pouco, mas dez segundos podem ser intermináveis para um lutador de boxe. Este é o tempo que o atleta tem para se levantar após a queda. Se não conseguir, a luta está encerrada e sua derrota por nocaute, decretada. O brasileiro Éder Jofre, bicampeão mundial, nunca ouviu essa contagem. Disputou 81 lutas, com 75 vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas, ambas por pontos. A partir do dia 8 de janeiro, a Globo conta essa história nos quatro episódios da série 10 Segundos Para Vencer.

“É mais uma oportunidade de conhecer um pouco mais da nossa história. Éder Jofre fez história e não apenas no Brasil. Ele está entre os dez melhores pugilistas do mundo, no Hall da Fama, em Nova York. A série merece ser vista pela qualidade artística, pela história e também pela qualidade das lutas, com boxe de verdade”, explica Daniel Oliveira, que vive Éder Jofre.

Dirigida por José Alvarenga Jr e escrita por Thomas Stavros, Patrícia Andrade, José Alvarenga Jr e Marcio Alemão, a série é um desdobramento do filme homônimo. Uma coprodução da Globo Filmes com a Tambelini Filmes. Dividido entre as carreiras de desenhista e lutador, Éder Jofre (Daniel de Oliveira) acaba seguindo a tradição da família ao escolher o boxe. Mas ele não se fez sozinho.

Cenas Inéditas
Chegou ao ápice seguindo a obstinação e a disciplina do seu pai e treinador, Kid Jofre (Osmar Prado). Foi o primeiro pugilista brasileiro a lutar nos Estados Unidos e o primeiro a conquistar o título de campeão mundial. Mas também precisou aprender a lidar com as angústias e os conflitos com a namorada Cida (Keli Freitas). A moça sofria ao vê-lo machucado após as lutas. “A minissérie tem cerca de 25 minutos de cenas inéditas e mergulha mais profundamente na vida pessoal de Éder Jofre. Em suas relações com a esposa, com os filhos, com a mãe e o irmão”, explica o diretor José Alvarenga Jr.

A preparação de Éder para a primeira luta nos Estados Unidos, contra Joe Medel, e os conflitos que a antecedem, entre Kid Jofre e Parnassus (Victor Laplace), o promotor da luta, também ganham mais espaço na TV. Outro diferencial da minissérie é um documentário com cenas e entrevistas inéditas. Incluindo um depoimento do japonês Masahiro Harada, de 82 anos, único adversário a derrotar Éder Jofre. Marcel Jofre revela que, apesar de ser um campeão consagrado, o pai também se preparou para perder. Já o comentarista de boxe Newton Campos conta que Mike Tyson admirava e estudava os movimentos do brasileiro. “Essa parte documental retrata toda a importância do Éder para o boxe mundial”, diz José Alvarenga Jr.

Os Dias Eram Assim (Globo Play)

Os Dias Eram Assim é uma telenovela brasileira de época, produzida e exibida pela Rede Globo entre 17 de abril e 18 de setembro de 2017, com 88 capítulos. Escrita por Ângela Chaves e Alessandra Poggi, teve a colaboração de Guilherme Vasconcelos e Mariana Torres, conta com a direção geral e artística de Carlos Araújo.[3] Foi a primeira novela anunciada e exibida como “supersérie” — uma obra dramatúrgica similar as novelas mas com formato de série na faixa das 23 horas do canal, sendo que até Liberdade, Liberdade (2016) era denominada como “novela das onze”.[4]

Contou com as participações de Sophie Charlotte, Renato Góes, Maria Casadevall, Gabriel Leone, Cássia Kis Magro, Marcos Palmeira, Letícia Spiller e Carla Salle.[1]

Marca a estreia de Ângela Chaves e Alessandra Poggi como autoras titulares, após terem colaborado com autores como Gilberto Braga, Manoel Carlos e Miguel Falabella.

Inicialmente com o título provisório de Em Nome do Amor, a história seria formalmente uma novela, exibida às 18 horas, apenas no segundo semestre de 2018. Porém, com o cancelamento de uma história de Claudia Lage, que se passaria no Sufrágio feminino na década de 1920, a novela foi reagendada outras duas vezes: estrearia em março de 2018, e posteriormente em setembro de 2017, substituindo Novo Mundo. Porém, após reanálise de sinopse e com o cancelamento de Jogo da Memória, história de Lícia Manzo transformada em minissérie, Silvio de Abreu deslocou-a para as 23 horas, sob a denominação de supersérie.[5][6]

Como a denominação de Em Nome do Amor pertence ao SBT, a Globo descartou o título, cogitando Flores e Canhões, Pra Frente Brasil! e Os Dias Eram Assim, este último escolhido por ser verso da música de Ivan Lins regravada para a abertura.[7][8][9]

Carol Castro deixou o elenco devido a descoberta de sua gravidez, o que ocasionou a entrada de Maria Casadevall em seu lugar.[10] Protagonista da história, Renato Góes havia sido primeiramente escalado para A Lei do Amor, tendo participado do lançamento e feito a caracterização de seu personagem, no entanto, acabou cedido pela produção das 21 horas, a tramas das 23 horas.[11] Antes de ser confirmado no papel de Vitor, Daniel de Oliveira foi cogitado como um dos filhos de Vera, personagem de Cássia Kis Magro.[12]

As gravações começaram em 16 de janeiro no arquipélago de Chilóe, no Chile, tendo duração de duas semanas.[13][14] No Rio de Janeiro, as primeiras cenas foram rodadas nos bairros Glória, Catete, Santa Teresa, Urca e Centro.[15]

A trama se inicia em 21 de junho de 1970, data da final da Copa do Mundo, do qual o Brasil sai vitorioso. Em meio as comemorações e o contraste político e social desolador, promovido pela Ditadura Militar, Alice (Sophie Charlotte) e Renato (Renato Góes) se conhecem, iniciando uma história de amor que irá durar por quase 20 anos, passando por diversos eventos históricos até as Diretas Já.

O médico Renato é filho primogênito de Vera (Cássia Kis Magro), dona de uma livraria em Copacabana, cujos irmãos são engajados cada um a seu modo. Gustavo (Gabriel Leone) sai às ruas pela liberdade, enquanto Maria (Carla Salle) usa a arte para se expressar e manifestar.

Criada numa família conservadora, Alice é filha de Arnaldo (Antonio Calloni), empreiteiro apoiador do regime vigente e que executa obras para o Governo. Batendo de frente com o pensamento do pai, que vive em conflito com Kiki (Natália do Vale), pelo fato da esposa não conseguir controlar a filha, a estudante de Letras contraria o desejo imposto pela família e deixa Vitor (Daniel de Oliveira), braço direito do pai na empreiteira, com quem namora há anos. Inconformado, Vitor arma para que Renato seja acusado de subversão e consiga retomar o romance.

Forçado a sair do País, Renato parte para o Chile e espera que Alice o acompanhe, mas ela acaba por não embarcar. No exterior, conhece a médica Rimena (Maria Casadevall), cujos interesses se revelam mútuos. Durante a Anistia, Renato retorna ao Brasil e se reencontra com Alice, trazendo à tona os mesmos sentimentos.[17][18]

com Tom, vendo “Ilha de Ferro”

Alemão (Globo Play)

Verdades Secretas (Globo Play)

O final de Verdades Secretas deixa uma “vontade” de continuação. No último capítulo, Carolina (Drica Moraes), mãe de Angel, se mata quando descobre o caso dela e de Alex (Rodrigo Lombardi). Mais adiante, Angel envolve Alex numa armadilha e o mata. Por fim, ela se casa com Gui (Gabriel Leone), e ninguém descobre que Alex foi assassinado. Ou seja, uma possível continuação poderia focar no casamento de Angel e as consequências de a modelo ter matado o padrasto e amante.

Apesar das pontas soltas, desfecho de Verdades Secretas é definitivo
No entanto, o episódio final de Verdades Secretas sempre pareceu definitivo. A cena do casamento de Angel foca no rosto da modelo. Ali, fica claro que ela perdeu a ingenuidade e foi transformada pelos trágicos acontecimentos de sua vida. No início da obra, Angel é uma garota ingênua do interior. No fim, ela é uma mulher calejada, mostrando segurança e alguma maldade.

Sendo assim, por mais que possa ser interessante fazer com que o assassinato de Alex venha à tona, tal sequência pode “matar” o final da “parte 1”. Isso porque o final de Verdades Secretas é muito bom dentro da proposta da história. É um final que permite ao espectador tirar suas próprias conclusões. Ou seja, mexer numa obra tão vitoriosa pode não fazer jus à trama original e, ainda, decepcionar o público.

Assédio (Globo Play)

‘Assédio’ é uma obra ficcional que conta a história de uma rede de mulheres que se forma para denunciar uma série de abusos sexuais cometidos por um médico bem-sucedido e respeitado: Roger Sadala (Antonio Calloni). A saga começa quando uma dessas mulheres rompe o silêncio e torna público o que até então era restrito ao consultório

Há um momento na vida de algumas mulheres em que o maior desejo é ser mãe. E, em alguns casos, conseguir engravidar pode ser um grande desafio. No entanto, o avanço da Medicina permitiu que métodos alternativos tornassem possível esse sonho. Quando um médico oferece as respostas para todas as perguntas, a esperança se renova. Na minissérie de Maria Camargo, com direção artística de Amora Mautner, a vida de cinco mulheres se entrelaça em meio a sonhos, frustrações, tristeza, superação, heroísmo e um desejo enorme por justiça. ‘Assédio’, nova produção da Globo que será lançada com exclusividade pelo Globoplay, estará disponível para assinantes a partir do dia 21 de setembro.

Assediadas
Stela (Adriana Esteves), Eugênia (Paula Possani), Maria José (Hermila Guedes), Vera (Fernanda D’Umbra) e Daiane (Jéssica Ellen) têm uma situação forte que as une. Todas foram iludidas pela figura de Dr. Roger. Referência na reprodução humana assistida, o renomado profissional usa todo o seu poder de persuasão e influências social e profissional para envolver as mulheres que o procuram. Todas são suas pacientes, com exceção de Daiane (Jéssica Ellen), que trabalha na clínica, mas também sofre com seu assédio.

Ao lado dessas mulheres está Mira (Elisa Volpatto), uma incansável jornalista que vai atrás obsessivamente de provas dos crimes cometidos pelo médico. “O maior desafio da direção foi falar sobre a pluralidade das vítimas e sobre como o assédio está presente em situações inimagináveis, como, por exemplo, dentro de um consultório médico”, relata a diretora artística, Amora Mautner.

Minissérie
‘Assédio’ é uma minissérie da Globo, de Maria Camargo, escrita com Bianca Ramoneda, Fernando Rebello e Pedro de Barros. A obra é livremente inspirada no livro “A Clínica: A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih”, de Vicente Vilardaga. A direção artística é de Amora Mautner, direção-geral de Joana Jabace e direção de Guto Botelho.

Roger
Em 2007, Dr. Roger Sadala (Antonio Calloni) celebra os 30 anos da reprodução assistida no mundo ao lado de amigos, pacientes, familiares e imprensa. Com sua carreira consolidada, fortalece ainda mais sua imagem com a sociedade, afinal, o “servo de Deus”, como ele mesmo se intitula, garante os melhores resultados nos tratamentos que oferece e é considerado o melhor na área.

Sempre preocupado com a imagem construída, Roger conquista a confiança dos pacientes já no primeiro encontro. Afável e seguro, os convence a realizar o procedimento com a garantia de que dará um filho ao casal. Com o passado intacto, é no ano em que celebra suas conquistas que sua faceta mais cruel vem à tona.

Ao longo de 13 anos, de 1994 a 2007, o médico tem seu momento de ascensão. Além da carreira estabelecida, é chefe de família, casado com Glória (Mariana Lima) e pai de quatro filhos: Clarice (Silvia Lourenço), Henrique (Gabriel Muglia), Tamires (Bianca Müller) e Leila (Sabrina Greve). E também cultiva um amor incondicional por sua mãe, Olímpia (Juliana Carneiro).

Rodeado
Dr. Roger preza pela excelência e é rodeado por uma equipe responsável por não deixá-lo falhar nunca: assessores de imprensa e relações públicas, que o acompanham e divulgam cada tratamento realizado. Pedro Paulo (Pedro Nercessian) é o assessor de confiança de Roger. Defende sua imagem, mas, após alguns acontecimentos, começa a enxergá-lo de outra forma.

Glória ama o marido
Mas há anos sabe que ele a trai. Em 2007, ela já enfrenta a luta contra um câncer. No mesmo ano, Roger acaba se envolvendo com a paciente e promotora Carolina (Paolla Oliveira), que é casada com seu amigo e juiz, Evandro Loyola (Ricardo Ripa).

A doença de Glória piora. Já que não pode mais acompanhar o dia a dia do marido na clínica, decide instalar câmeras de segurança para controlar seus passos. Ela pede a ajuda da secretária Daiane (Jéssica Ellen). O que ela não imaginava é que, em um dia atípico, acompanharia a fuga de Daiane da clínica pelas câmeras. Gloria vai até a casa da funcionária para entender o que aconteceu, e a secretária revela o ataque do médico. Em silêncio, Glória ouve o relato, e, a partir daí, começa a perder a batalha para a doença.

Denúncias
Paralelamente, começam a surgir denúncias contra Roger na internet. Por meio de uma comunidade, criada sob o pseudônimo “Eva”, muitas mulheres expõem, anonimamente, os ataques sofridos pelo médico, e o movimento ganha repercussão nas redes.

Mira: a idealista
Em 1994, ainda estagiária, a jornalista Mira (Elisa Volpatto) recebeu uma denúncia anônima sobre um suposto caso de assédio envolvendo Roger, em Campinas. Na época, todas as tentativas de descobrir o que estava por trás desse médico tão respeitado e bem-sucedido foram fracassadas. No entanto, muito obstinada e dedicada, cresce na profissão, mas nunca esquece daquela ligação e daquela voz.

Em 2000, quando recebe um telefonema na redação, um novo fato a coloca diante de um grande caso. A mesma mulher denunciante relata que ninguém viu o abuso sofrido por ela, mas que uma pessoa ouviu. A partir disso, Mira se dedica a desvendar as histórias que envolvem um dos médicos mais respeitados do Brasil. Depois de anos sem conseguir provas para dar continuidade à sua investigação jornalística, é autorizada pela editora do jornal, Suzana (Bete Coelho), a comparecer à Festa da Fertilidade, em 2007. Com esta oportunidade em mãos, ao observar os personagens que rodeiam o médico nessa noite de celebração, Mira terá muitas revelações.

As vítimas
Stela (Adriana Esteves) e o marido Homero (Leonardo Netto) vivem um casamento feliz. Ela é professora da Educação Infantil, muito dedicada aos alunos. Sonham em ter um filho, mas sem sucesso. Juntos, em 1994, decidem ir ao consultório do Dr. Roger, e, no primeiro encontro, já acreditam em suas promessas e no tratamento, afinal, o médico é atencioso, carinhoso, confiável e garante o resultado positivo com muita segurança.

No entanto, Stela é violentada por ele após a coleta dos óvulos, ainda anestesiada. Sem entender bem o que aconteceu, mas ciente da agressão, não consegue contar a ninguém o que viveu, e o caos se estabelece em sua vida. Sente-se inapta a continuar a dar aulas na escola, e Homero não entende o sofrimento da esposa e sua recusa em voltar à clínica de fertilização. Com o frequente silêncio entre o casal, a separação é inevitável. Stela, então, é acometida por uma forte depressão.

Tratamento
Assim como aconteceu com Stela e Homero, o casal Eugênia (Paula Possani) e Ronaldo (Felipe Camargo) opta por um tratamento para realizar um grande sonho. Eugênia convence o marido a ter mais um filho, afinal, o desejo inicialmente é apenas dela. Logo, procuram o melhor médico da região, o Dr. Roger. Como Ronaldo fez vasectomia após ser pai no primeiro casamento, e Eugênia deseja ser mãe, a saída para o casal é a fertilização in vitro. Ao acordar da anestesia, após a coleta dos óvulos, em 1996, Eugênia apresenta dores, algum sangramento e estranha a atitude do médico.

Ainda assim, confiante, ela volta para a segunda etapa do processo e entende o que aconteceu: é assediada pelo médico novamente, mas, dessa vez, consciente. Eugenia conta imediatamente tudo para o marido e, juntos, procuram um advogado, que aconselha que eles registrem o caso oficialmente para garantirem provas contra Roger.

Maria José
Maria José (Hermila Guedes) sofre com a ausência de filhos e a cobrança por parte da família. Diante de tantos casais com condições financeiras para realizar o tratamento, Maria José e Odair (João Miguel) vivem uma situação diferente. Residem em Vitória da Conquista, na Bahia, e administram transportes, vans. Eles precisam abrir mão de alguns bens para conseguir financiar a viagem, a consulta e o procedimento.

Juntos, viajam para São Paulo em busca do sonho, mas o que encontram pelo caminho vai contra todos os desejos do casal. Maria José é violentada por Roger e, um tempo depois, ainda precisa lidar com a desconfiança do marido, que, ao saber do ocorrido, acredita que a aproximação da mulher tenha sido intencional. Mesmo após o ataque, ela decide continuar o tratamento para fazer valer o dinheiro investido no procedimento. O desejo de ser mãe parece maior do que a agressão pela qual ela passa, mas a dor é inevitável.

Outro Casal
Outro casal, Vera (Fernanda D’Umbra) e Elisa (Simone Iliescu), procura o renomado médico para também garantir o sucesso na inseminação. Mas logo Vera entra para a estatística. Agredida psicológica e fisicamente, tem o apoio total de Elisa. Elas procuram um advogado para registrar o ocorrido, e descobrem que outra cliente, Eugênia, passou pela mesma violência e decidem procurá-la. Vera e Eugênia se encontram, e o ano é 2007. Elas conversam e decidem se unir contra o médico.

De 1994 a 2007, nada muda na relação de Roger com suas pacientes. O silêncio das vítimas parece garantir sua tranquilidade e a certeza de que sairá ileso de qualquer ato cometido dentro de suas clínicas. Mas Daiane, a recepcionista, (Jéssica Ellen) sempre desconfiou do que acontecia dentro do consultório. Não podia ter certeza, mas sentia que algo terrível se passava no seu ambiente de trabalho. O que ela não imaginava é que, após servir de espiã para Glória, que desconfiava da proximidade do marido com suas pacientes, seria atacada pelo patrão.

Nada de se calar
No entanto, Daiane não se cala diante do abuso e decide expor publicamente o assédio sofrido. A quebra do silêncio gera um movimento crescente e desperta nas demais vítimas o desejo por justiça. Com a comunidade na internet já criada, Daiane se une ao grupo de vítimas e decide gravar seu depoimento para Mira (Elisa Volpatto). As vítimas passam a entender que, juntas, são mais fortes.

“Por estarem vulneráveis e por haver uma permissividade social e cultural, elas vão sendo assediadas. Esse médico tira partido dessa fragilidade delas, do poder que ele tem e da permissividade que acontece em torno para atacá-las”, ressalta a autora, Maria Camargo.

O encontro das vítimas
Dr. Roger fica furioso ao tomar conhecimento do blog e precisa dar satisfação para a família e toda a sociedade sobre as denúncias anônimas. Mira, já em contato com as vítimas, continua a busca pela verdade e pede a ajuda da Justiça para conseguir coletar o maior número de depoimentos sobre o caso. Ao conseguir as declarações, as apresenta ao promotor do Ministério Público, Francisco Navas (Theo Werneck), que abre o inquérito e inicia a investigação contra o médico. Nesse momento, o poder de cada relato faz toda a diferença, mas as versões dos fatos das vítimas e de Roger são contraditórias, e o caminho não é fácil, afinal, ele afirma ser inocente.

Acreditando estar acima do bem e do mal, o médico sustenta sua defesa alegando que é perseguido por clientes insatisfeitos e sofre com armação de concorrentes. Além disso, acusa as mulheres de estarem sensíveis ao tratamento e que, por isso, interpretam de forma equivocada a abordagem e carinho recebidos por ele. A queda é algo inimaginável pelo médico, mas a união das mulheres, com o suporte da imprensa e da Justiça, toma uma proporção enorme e ganha a força que o faz questionar sua invencibilidade. O temor o abate. É a hora de sua verdadeira identidade ser revelada.

Tema é tratado na nova fase da plataforma ‘Tudo Começa pelo Respeito’, da Globo
‘Quando a violência gritar, grite!’. Esse é o apelo da nova fase da plataforma ‘Tudo Começa pelo Respeito’, da Globo, que busca incentivar a sociedade a não se calar diante de casos de assédio e violência contra a mulher, temática central de ‘Assédio’. Com o lançamento da campanha, a Globo reitera seu compromisso de levantar discussões e convidar as pessoas a refletirem sobre direitos humanos.

Nos novos filmes da plataforma ‘Tudo Começa pelo Respeito’ as atrizes Bárbara Paz, Jéssica Ellen e Vera Fisher, que estão no elenco da minissérie, interpretam depoimentos reais de mulheres vítimas de violência doméstica. Se destaca ainda o fato de que o set de gravação foi integralmente formado por mulheres. Os três filmes serão veiculados na programação da Globo e compartilhados nas redes da empresa.

No Globoplay
‘Assédio’ será lançada com exclusividade pelo Globoplay e estará disponível para os assinantes a partir do dia 21 de setembro. Esta é uma das muitas novidades do Globoplay, a maior plataforma de streaming brasileira, que reúne as produções originais da Globo, além de filmes e séries internacionais renomadas, dentre títulos exclusivos que só serão exibidos online. Só em 2018, o serviço espera ter cerca de 100 novas produções nacionais e internacionais em seu catálogo, além de toda a programação da Globo, permitindo que os assinantes possam acessar a qualquer momento e de onde estiver o que está no ar, o que já foi ao ar e o que ainda será exibido.

Perfil dos personagens
As vítimas e suas relações
Stela (Adriana Esteves)
Professora de Educação Infantil/ Pré-escolar. É psicologicamente frágil e sofre por não conseguir ter filhos com Homero (Leonardo Netto), seu marido. Torna-se paciente de Roger Sadala (Antonio Calloni), mas é violentada durante um procedimento. Acaba silenciando e se sente incapaz de se abrir sobre a violência que sofreu. Seu casamento termina e ela cai em depressão.
Homero (Leonardo Netto)
Marido de Stela (Adriana Esteves). É um homem carinhoso e compreensivo. Ama sua esposa e não consegue compreender o que aconteceu para ela se fechar dentro de si e optar pelo silêncio. O casal acaba se divorciando. É piloto de avião.
Julieta (Denise Weinberg)
Mãe de Stela (Adriana Esteves). Acompanha a filha em consulta com Roger, mas nem imagina o que ela passou dentro do consultório. Tenta salvar a filha da depressão quando percebe que ela está cada vez pior.
Duda (Luana Tanaka)
Professora. Melhor amiga de Stela (Adriana Esteves). É alegre e generosa. Trabalha com Stela em uma escola primária.

Eugênia (Paula Possani)
Arquiteta. Filha de família rica, é casada com Ronaldo (Felipe Camargo), que já tem um filho do primeiro casamento. Quer ser mãe e se submete a um tratamento na clínica de Roger Sadala (Antonio Calloni). É violentada pelo médico. Conta toda a verdade ao marido, que aciona um advogado. Mais tarde, vai fazer parte do grupo de vítimas que deseja capturar o médico.

Ronaldo (Felipe Camargo)
Engenheiro e diretor de uma construtora. É um homem rico e pragmático. Casado com Eugênia (Paula Possani), tem um filho do casamento anterior. Apoia a esposa na luta.

Vitor (Anthony Motta/ Arthur Costa / Gabriel Cersosimo)
Filho do primeiro casamento de Ronaldo. É apegado à Eugênia (Paula Possani), sua madrasta.
Valentina (Gabi Arbuz/ Alice Dias/ Giovana Lemos)
Filha de Eugênia (Paula Possani) e Ronaldo (Felipe Camargo), fruto da fertilização in-vitro.

Irene (Magê/ Susana Ribeiro)
Vítima de Roger Sadala (Antonio Calloni) na década de 1970, quando ele ainda era residente no Hospital Irmãos Penteado, em Campinas. Carregou este trauma ao longo de muitos anos, mas ao ver o médico sendo exaltado na televisão, resolve quebrar o silêncio. Liga para a redação do telejornal e Mira (Elisa Volpatto) atende. O telefonema dela instiga Mira a começar a investigação.

Vera (Fernanda D’Umbra)
Dançarina. Casada com Elisa (Simone Iliescu). É atacada em uma consulta, não chega a ser violentada. Junta-se à Eugênia (Paula Possani) por meio do seu advogado Gregório (Flávio Barollo) e depois às outras mulheres da comunidade para enfrentar o médico na justiça.
Elisa (Simone Iliescu)
Esposa de Vera (Fernanda D’Umbra). Vai se unir a ela na caçada por Roger Sadala (Antonio Calloni). Apoia a companheira em todas as decisões.

Daiane (Jéssica Ellen)
Recepcionista da Clínica de Roger Sadala (Antonio Calloni). Casada com Leandro (Gabriel Godoy) e mãe de Raíssa (Laura Rodrigues/ Alana Cabral) e Diego. Se torna espiã de Glória (Mariana Lima) na clínica, acompanhando de perto os passos de Roger (Antonio Calloni). Ao ser assediada pelo médico, quebra o silêncio e resolve denunciá-lo. Junta-se ao grupo de vítimas.

Leandro (Gabriel Godoy)
Marido de Daiane (Jéssica Ellen) e pai de Raíssa (Laura Rodrigues/ Alana Cabral) e Diego. Como é depende financeiramente da esposa, vai incentivá-la a voltar a trabalhar com Roger (Antonio Calloni), mesmo depois dela ter sofrido assédio do médico.
Raíssa (Laura Rodrigues/ Alana Cabral)
Filha de Daiane (Jéssica Ellen) e Leandro (Gabriel Godoy).

Diego (Benjamin de Souza Oliveira/ Pedro Galvão)
Filho de Daiane (Jéssica Ellen) e Leandro (Gabriel Godoy).

Maria José (Hermila Guedes)
Moradora de Vitória da Conquista, na Bahia, é casada com Odair (João Miguel) e trabalha com ele administrando uma pequena empresa de transportes. Sonha em ser mãe, mas tem dificuldade para engravidar. Convence Odair a investir financeiramente em um tratamento na clínica de Roger Sadala (Antonio Calloni). É violentada pelo médico e esconde a verdade do marido.
Odair (João Miguel)
Marido de Maria José (Hermila Guedes). Machista e de valores tradicionais. Sente-se menos homem por não conseguir engravidar sua mulher. Concorda, a contragosto, em levar Maria José para um tratamento de fertilização na clínica de Roger Sadala (Antonio Calloni). Ao descobrir que a mulher foi abusada pelo médico, volta-se contra ela, acreditando que ela foi responsável pelo ataque sofrido.

Fábio (Marko Paiva Lucarelli/ JP Mendes)
Filho gêmeo de Maria José (Hermila Guedes) e Odair (João Miguel).

Felipe (Tito Paiva Lucarelli/ PH Mendes)
Filho gêmeo de Maria José (Hermila Guedes) e Odair (João Miguel).
Socorro (Séfora Rangel)
Irmã de Maria José (Hermila Guedes), recebe a irmã e Odair (João Miguel) em sua casa, na zona leste de São Paulo, durante o período em que o casal passa pelo tratamento de fertilização na clínica de Roger Sadala (Antonio Calloni). Será a primeira pessoa a saber que a irmã foi atacada por Sadala. Tem dois filhos, Mateus (Bruno Miguel/ Gustavo Danieluz) e Giovanna (Heloisa Martins/ Isabela Paccini).

Rubinho (Aury Porto)
Marido de Socorro (Séfora Rangel), cunhado de Maria José (Hermila Guedes). É um homem preguiçoso e mimado, que se diverte com as próprias piadas. Conta para Odair (João Miguel) que Maria José foi violentada por Roger Sadala (Antonio Calloni).

Mateus (Bruno Miguel/ Gustavo Danieluz)
Filho de Socorro (Séfora Rabgel) e Rubinho (Aury Porto), sobrinho de Maria José (Hermila Guedes).
Giovanna (Heloisa Martins/ Isabela Paccini)
Filha de Socorro (Séfora Rangel) e Rubinho (Aury Porto), sobrinha de Maria José (Hermila Guedes).

Lurdinha (Wanderlucy Bezerra)
Irmã de Rubinho (Aury Porto). É falante e extrovertida. Gosta de se meter na vida dos outros.

Família Sadala
Roger Sadala (Antonio Calloni)
Médico especialista em reprodução assistida. É um homem poderoso, influente, passional e ambíguo. Patriarca de uma grande família, é autoritário, violenta e estupra suas pacientes, mas acredita ser injustiçado. Casado com Glória (Mariana Lima), filho de Olímpia (Juliana Carneiro), com quem nutre um amor exagerado, e pai de Henrique (Gabriel Muglia), Leila (Sabrina Greve), Tamires (Bianca Müller) e Clarice (Silvia Lourenço). Se torna amante de Carolina (Paolla Oliveira), sua paciente, e após a morte de Glória, casa-se com ela.

Glória Sadala (Mariana Lima)
Esposa de Roger Sadala (Antonio Calloni) e mãe de todos os filhos dele, Clarice (Silvia Lourenço), Leila (Sabrina Greve), Henrique (Gabriel Muglia) e Tamires (Bianca Müller). Elegante e vaidosa, apoia o marido na profissão. É ciumenta e vigia os passos dele ao descobrir que ele tem casos extra-conjugais. Tem como braço-direito sua governanta, Biga (Noemi Marinho). É arrebatada por uma doença grave e acaba morrendo, mas antes fica sabendo dos assédios do marido pelo testemunho da secretária Daiane (Jéssica Ellen).

Olímpia Sadala (Juliana Carneiro)
Mãe de Roger (Antonio Calloni), superprotetora, idealiza o filho. Mora na casa de Roger e provoca ciúmes em Glória (Mariana Lima). É avó de Tamires (Bianca Müller), Henrique (Gabriel Muglia), Leila (Sabrina Greve) e Clarice (Silvia Lourenço).

Tamires Sadala (Bianca Müller)
Filha caçula de Roger (Antonio Calloni) e Glória ( Mariana Lima). Irmã de Clarice (Silvia Lourenço), Henrique Gabriel Muglia) e Leila (Sabrina Greve). É a filha mais rebelde e combativa. É a única com coragem para enfrentar o pai, mesmo diante de toda família.
Clarice Sadala (Silvia Lourenço)
Filha de Glória (Mariana Lima) e Roger (Antonio Calloni). Menos submissa que Henrique (Gabriel Muglia), seu irmão, é capaz de enfrentar o pai quando necessário, mas também vive à sua sombra. Trabalha com ele na clínica e é atenciosa com os pacientes. É bióloga, especialista em reprodução assistida e responsável pelo laboratório de fertilização.

Domenico (Elvis Chelton)
Marido de Clarice (Silvia Lourenço).

Maria Antônia (Beatriz Damini/ Alicia Belgini/ Julia Cavalheiro)
Filha de Clarice (Silvia Lourenço) e Domenico (Elvis Chelton), neta de Roger (Antonio Calloni) e Glória (Mariana Lima).
Enzo (Renan Cuisse/ Davi Butzge/ Pedro Hirt)
Filho de Clarice (Silvia Lourenço) e Domenico (Elvis Chelton), neto de Roger (Antonio Calloni) e Glória (Mariana Lima).

Guto (Brenno Kuusberg/ Dudu Kuusberg)
Filho de Clarice (Silvia Lourenço) e Domenico (Elvis Chelton). Neto de Roger (Antonio Calloni) e Glória (Mariana Lima).

Henrique Sadala (Gabriel Muglia)
Filho de Glória (Mariana Lima) e Roger (Antonio Calloni). Irmão de Clarice (Silvia Lourenço), Tamires (Bianca Müller) e Leila (Sabrina Greve). Apesar de crítico é mais submisso ao pai. Médico, trabalha na clínica ao lado de Roger e da irmã, Clarice.

Ingrid (Mariana Leme)

Esposa de Henrique (Gabriel Muglia).
Frederico (David Bertrand/ Pedro Henrique Lima)
Filho de Henrique (Gabriel Muglia) e Ingrid (Mariana Leme). Neto de Roger (Antonio Calloni) e Glória (Mariana Lima).

Leila (Sabrina Greve)
Filha de Roger (Antonio Calloni) e Glória (Mariana Lima). É a filha mais próxima do pai. Mãe de Louise (Laura Pavan/ Mariana Amor).

Alan (Daniel Granieri)
Marido de Leila (Sabrina Greve) e pai de Louise (Laura Pavan/ Mariana Amor).

Louise (Laura Pavan/ Mariana Amor)
Filha de Leila (Sabrina Greve) e Alan (Daniel Granieri). Neta de Roger (Antonio Calloni) e Glória (Mariana Lima).

Segundo casamento de Roger
Carolina (Paolla Oliveira)
Advogada. É bonita e inteligente. Esposa do juiz Evandro Loyola (Ricardo Ripa), torna-se paciente de Roger (Antonio Calloni). Se envolve com ele e acaba se tornando sua amante e futura esposa, após a morte de Glória (Mariana Lima).

Evandro Loyola (Ricardo Ripa)
Juiz bem-sucedido. É o primeiro marido de Carolina (Paolla Oliveira) e amigo de Roger Sadala (Antonio Calloni). É abandonado por Carolina quando ela se envolve com Roger.

Funcionários de Roger
Abigail (Noemi Marinho)
Mais conhecida como Biga. É governanta da família Roger Sadala (Antonio Calloni). Mulher forte e compassiva. É o braço direito de Glória (Mariana Lima).

Delcio (Darson Ribeiro)
Motorista da família de Roger (Antonio Calloni). É fiel ao patrão.

Pedro Paulo (Pedro Nercessian)
Mais conhecido como Pepê. É assessor de imprensa de Roger (Antonio Calloni). Começa a trabalhar com ele ainda jovem, quando passa a ocupar a função que era de Osvaldo Baldin (Henrique Schafer). Inicialmente faz tudo pelo patrão e aos poucos passa a enxergá-lo melhor. Se apaixonará por Mira (Elisa Volpatto), sua amiga de faculdade, após reencontrá-la.

Osvaldo Baldin (Henrique Schafer)
Assessor de imprensa de Roger (Antonio Calloni). Acaba perdendo o posto para Pedro Paulo (Pedro Nercessian), após se desentender com o patrão por causa das notícias que começam a sair sobre ele.
Artur Castelo (Paulo Miklos)
Relações públicas. Trabalha como gestor de crises. Torna-se confidente de Roger Sadala (Antonio Calloni).

Rui Ventura (Arthur Khol)
Advogado de Roger Sadala (Antonio Calloni). Assume o caso assim que um blog das vítimas entra no ar. Consegue desativar a comunidade, mas ela logo reaparece. É discreto e ponderado.

Carlos Augusto Muñoz (Sergio Mastropasqua)
Criminalista experiente. É chamado para assumir o caso quando as denúncias contra Roger Sadala (Antonio Calloni) se agravam.

Funcionários da Clínica
Léa (Gilda Nomacce)
Enfermeira da clínica de Roger (Antonio Calloni).

Piedade (Luciana Cacioli)
Faxineira da clínica de Roger (Antonio Calloni). Estranha as manchas de sangue pelo consultório após determinadas consultas do médico.

Osíris (Tom Nunes)
Segurança da clínica de Roger (Antonio Calloni). É fiel ao patrão.

Lígia (Amanda Lyra)
Paciente de Roger (Antonio Calloni). Participa dos depoimentos.

Eunice (Ana Paula Lopez)
Recepcionista da clínica de Roger (Antonio Calloni).

Amigos de Roger
Werther (Jarbas Homem de Mello)
Cantor de sucesso. Ele e sua esposa, Giovanna (Janaína Afhonso), se tornam pacientes e amigos pessoais de Roger (Antonio Calloni). Conseguem ter filhos gêmeos após um tratamento de fertilização na clínica de Sadala. Werther é convidado para cantar na festa que celebra o sucesso do amigo no tratamento de Fertilização In Vitro.

Giovanna (Janaina Afhonso)
Esposa de Werther (Jarbas Homem de Melo). Engravida de gêmeos após passar por um tratamento na clínica de Roger Sadala (Antonio Calloni). É grata ao médico pela gravidez bem-sucedida. E testemunha a favor dele no julgamento.

Haydée (Vera Fischer)
Apresentadora de TV. É vaidosa e espalhafatosa e torna-se amiga pessoal de Roger Sadala (Antonio Calloni).

Autoridades
Francisco Navas (Theo Werneck)
Promotor do Ministério Público. Assiste aos depoimentos gravados por Mira (Elisa Volpatto), ouve as vítimas pessoalmente e resolve investigar o caso. É ele quem dá abertura formal ao processo.

Niara Flores (Dani Ornellas)
Juíza responsável pelo julgamento do caso de Roger Sadala (Antonio Calloni).

Heloísa (Helô) (Brenda Ligia)
Detetive particular contratada por Glória (Mariana Lima) para investigar os casos extra-conjugais de Roger Sadala (Antonio Calloni). É ela quem mostra para Glória as fotos de Roger com suas amantes.

Imprensa
Emir Jarouche (Kiko Vianello)
Inicialmente é chefe de redação e depois se torna diretor de um grande jornal. É amigo pessoal de Roger (Antonio Calloni). Tenta, sempre que possível, proteger o amigo. É patrão de Mira (Elisa Volpatto) quando ela ainda está no início da carreira.

Neville (Marco Antônio Pâmio)
Repórter experiente. É o homem de confiança de Emir (Kiko Vianello). Foi o primeiro chefe de Mira (Elisa Volpatto).

Suzana Almendra (Bete Coelho)
Editora-chefe do jornal em que Mira (Elisa Volpatto) passa a trabalhar. Autoriza Mira a dar continuidade à matéria sobre o caso do médico.

Família de Mira
Mira Simões (Elisa Volpatto)
Jornalista. Destemida e persistente, é a responsável por encontrar as vítimas de Roger Sadala (Antonio Calloni) e gravar seus depoimentos para apresentar ao Ministério Público. Após a fuga de Sadala, parte em busca do paradeiro do médico. Namora Thomas (Guilherme Magon) e engravida de Martim (Kauã Orsi/Gabriel Ferrarini) durante as investigações. Não consegue equilibrar sua vida pessoal e profissional. Mais tarde, se envolverá com Pedro Paulo (Pedro Nercessian), assessor de imprensa de Sadala e seu colega de faculdade.

Thomas (Guilherme Magon)
Namorado de Mira (Elisa Volpatto), pai de Martim (Kauã Orsi/ Gabriel Ferrarini). É divertido e inteligente, porém imaturo. É surfista. Separa-se de Mira quando ela começa a se dedicar à investigação do caso de Roger.

Martim (Kauã Orsi/ Gabriel Ferrarini)
Filho de Mira (Elisa Volpatto) e Thomas (Guilherme Magon). Fica aos cuidados do avô Milton (Celso Frateschi) enquanto sua mãe trabalha no caso de Roger.

Milton (Celso Frateschi)
Pai de Mira (Elisa Volpatto). Ajuda no cuidado com o neto Martim (Kauã Orsi/ Gabriel Ferrarini).

Participações
Lorena (Barbara Paz)
Paciente e vítima de Roger (Antonio Calloni). Uma das denunciantes, depõe no julgamento.

Carmen (Monica Iozzi)
Paciente e vítima de Roger (Antonio Calloni). Uma das denunciantes, depõe no julgamento.

Conceição Duarte Silva (Renata Vilella/ Léa Garcia)
Paciente testemunha do ataque nos anos 70.

Antonia (Érica Ribeiro)
Neta de Conceição (Léa Garcia).

Simas (Wellington Coelho)
Professor de hidroginástica de Olímpia (Juliana Carneiro).

Irandir (Jorge Mesquitta)
Funcionário da empresa da família de Carolina (Paolla Oliveira).

Neuza (Malu Bierrenbach)
Coordenadora de Martim (Kauã Orsi/ Gabriel Ferrarini). Conversa com Mira (Elisa Volpatto) sobre o desenvolvimento do menino na escola.

Alessandra (Cris Broilo)
Corretora de imóveis. Amante de Roger Sadala. (Antonio Calloni).

Gregório (Flávio Barollo)
Advogado e amigo de Ronaldo (Felipe Camargo). É a primeira pessoa que orienta o casal após o ataque sofrido por Eugênia (Paula Possani) no consultório de Roger (Antonio Calloni). Também orienta Vera (Fernanda D’Umbra) quando ela passa pela mesma situação e apresenta ela ao casal.
Luiza (Lilian de Lima)
Delegada titular da delegacia da mulher, é quem toma a frente das investigações ao lado de Pedro Henrique Navas (Theo Werneck).

Mirtes (Andréia Paiva)
Cuidadora de Olímpia (Juliana Carneiro).

Anahí (Sol Gamboa)
Babá dos gêmeos de Roger (Antonio Calloni) e Carolina (Paolla Oliveira).

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