• +(21) 99639-3362
  • contato@guilhermekroll.com

Eventos

Não Concordo Com Uma Palavra Do Que Dizes, mas Defenderei Até a Morte o Direito de Dizê-las

Não Concordo Com Uma Palavra Do Que Dizes, mas Defenderei Até a Morte o Direito de Dizê-las

Tenho usufruido do Cinema Comentado, no Utopias Cult, que promove debates interessantes após a exibição de filmes emblemáticos todas as sextas-feiras. O espaço, que tem o dinâmico professor Gérson Dudus como programador cultural, apresenta ciclos temáticos.

Costumo levar meus filhos e eles adoram, quando chegamos em casa, rediscutir os temas já desenvolvidos no Utopias. Desfrutamos de Ingmar Bergman, da Forma da Água, da Terra em Transe, do Fahrenheit 451, sempre acompanhados de petiscos deliciosos, de refrigerantes, e de bom vinho chileno.

Na última sexta, a magia se inverteu. Foi apresentado um documentário desconhecido, chamado “Hierarquia – Conversas depois de um fim de um mundo”.

O filme, produzido em longa metragem por Mário Salimon, envereda pelas ideias do filósofo Augusto de Franco e do “emaranhado” de pessoas com que ele convive. Neste filme de cerca de hora e meia, discutem-se temas oportunos e quentes como escolarização, democracia, redes, autocracia e, é claro, o papel da hierarquia no tecido da sociedade.

Essa experiência me fez reviver uma máxima: “Não concordo com uma palavra do que dizes, mas defenderei até o ultimo instante seu direito de dizê-la”, frase atribuida ao filósofo francês Voltaire.

Como o próprio Augusto de Franco se auto-define, quando indagado por sua formação, ele é escritor e palestrante por causa da sua ‘deformação’.

Só sei que me senti profundamente incomodado durante toda a exibição. E mais incomodado ainda durante a discussão. Não me omiti de ser o contra-ponto numa discussão em que a anarquia foi bravamente defendida.

Para início de conversa, a hierarquia já existe quando lemos um livro, ou assistimos um filme. A voz do autor tem mais ‘força’ do que a sua. As pessoas tendem a acreditar que os livros estão sempre certos.

A hierarquia prossegue na organização do debate. Toda discussão necessita, obrigatoriamente, de um mediador. Eu, por exemplo, quando contrapunha um ponto de vista, tinha que esperar várias opinões divergentes para poder desenvolver um raciocínio na base do contraditório. A ordenação das falas possuía um Dudus mediador. E tinha mesmo que ser assim. O ser humano não possui disciplina, educação e bom senso suficiente para se organizar sem hierarquia.

Longe de mim falar que o filme é inverídico. Ele questiona valores fundamentais.

Política, religião, família… nada fica impune. A anarquia é exaltada.

Não suporto a anarquia. É lógico que reconheço que moramos num país corrompido moralmente. Um país em que a hierarquia serve para bandalheiras e negócios espúrios. Um Brasil ausente de moral e cívica. Uma ética torta e individualista.

O dinheiro desviado pela corrupção inviabiliza qualquer projeto apresentado. Nosso sistema de ensino, por exemplo, não tem verbas para remunerar professores, nem para manter os equipamentos com a estrutura necessária. Nos países mais ricos, a hierarquia é a base da disciplina e do crescimento. A anarquia sempre fracassou.

É claro que temos lindos exemplos de gestões democráticas. Se houver homogeneidade, alto nível e bom senso entre os participantes, e objetivos semelhantes entre os atores, o grupo pode compartilhar as decisões. Só que até as melhores cooperativas possuem lideranças interventoras.

Enfim, o que quero exaltar não é nada disso. Quero enaltecer a oportunidade de pensar, de ser contraditório, e de discutir em ótimo nível.

Quem quiser experimentar tudo isso é só se agendar para a próxima sexta-feira. Os temas são os mais variados, mas a hierarquia da casa sempre deverá ser respeitada.

 

“É Melhor Dar a Zé, do que Dar Azar?!” – Clube Cidade do Sol (Sede Social) – 06 de setembro de 2007

Delícias do Mar de Macahé

Delícias do Mar de Macahé

A 2ª Edição do Festival de Frutos do Mar, promovido pelo Polo Macahé Antiga, aconteceu mo espaço do Mercado   Municipal de Peixes. O evento, que tem o apoio da Prefeitura de Macaé e do Sebrae, foi realizado nos dias 01 e 02 de abril, e reuniu 11 estabelecimentos, além de convidados.

Pratos, com preço único de R$ 20, foram servidos nos estilos dos restaurantes, que estão localizados no Centro, Imbetiba e Cavaleiros. A programação incluiu, ainda, música ao vivo, além de muita diversão ao público infantil e barracas de artesanato.

Além dos estabelecimentos do Polo, o festival contou com a presença do Sea Food Truck, do Polo Gastronômico dos Cavaleiros,  e estandes de bebidas especiais, como vinho, espumante e cerveja artesanal com valores a partir de R$ 10.

“Fui com minha filha, Milena, e decidimos degustar refeições de 2 restaurantes diferentes.

Chef Renato Martins

Escolhemos, inicialmente, o do Polo Gastronômico da Praia dos Cavaleiros, que serviu Jambalaia de Bacalhau (arroz com bacalhau desfiado preparado no azeite com temperos, azeitonas, tomate e brócolis), preparado pessoalmente pelo premiado Chef Renato Martins. Estava delicioso.

Depois fomos ao Leve Sabor Restaurante, que estava servindo Sinfonia do Mar com arroz a Bangkok (frutos do mar -camarão, peixe e polvo – preparados com especiarias, curry e leite de coco, acompanha arroz de capim limão), preparado pela Chef Fabiana Pimentel.

 

 

Vitor Neves, da Picanha do Zé, brilhou no evento

Isabela Catharino, presidente do Polo Macahé Antiga, e proprietária do Leve Sabor Restaurante

Vitor Neves

Renato Martins

Julinho do Aeroporto e a galera da Barra de Macaé

Restaurante Leve Sabor

Marcelo e Vinícius

Guilherme Kroll com Vinícius

Andréa Martins com Vandré Guimarães e família

Valtinho Bittencourt e família

Jiuliano, da Cerveja Crow

 

Paulinho Serra vai à Casimiro… e ajuda no combate à Febre Amarela

Paulinho Serra vai à Casimiro… e ajuda no combate à Febre Amarela

Sábado foi dia de gargalhadas em Casimiro de Abreu. Paulinho Serra, um dos precursores do stand up comedy, foi ao Restaurante Tia Aretha, apresentar o show ‘Em Pedaçoes’ e proporcionou duas horas de muitas risadas. “Vou falar sobre a minha carreira, em pedaços”.   

“Estou muito feliz por estar em Casimiro de Abreu. Aliás, nem sabia que entravam em Casimiro. Pensava que era só passagem para Rio das Ostras, Macaé, Campos…

Todos param em Casimiro para comprar bananada na beira da estrada. Queria saber para que tanta bananada. Acho que a galera de Casimiro faz estoque de bananada em casa”, falou Paulinho, na apresentação do seu show.

“Pessoal, aqui em Casimiro o público deve aplaudir mais. Afinal de contas, em cada aplauso, um mosquito pode morrer. Vocês podem estar salvando vidas me aplaudindo”.   

O comediante realizou uma verdadeira viagem através da sua memória, passando pela Austrália, por Bangu, e pelo Japão, por exemplo.

Paulinho arrancou muitos aplausos do público presente. Ele deixou algumas cervejas ao lado do palco, e explicou que só poderia beber durante os aplausos. com isso, as pessoas aplaudiam mais para ele poder beber um pouco mais.

Paulinho imitou macacos, veados, e outros bichos. Incorporou seus mais famosos personagens, como o traficante gay, o cirurgião pagodeiro, entre outros, e pegou muito no pé da galera do Sana.

A verdade é que se, a cada aplauso, um mosquito morresse, o problema da febre amarela na cidade estaria resolvido.

 

Festa de Santo Antônio 2018 (Paróquia de Santo Antônio – Macaé, RJ)

Ricardo Rangel e Cora Rónai na Livraria Argumento (Leblon)

Uma noite de sexta mágica na Livraria Argumento, no Leblon. Ricardo Rangel e Cora Rónai, colunistas de O Globo, deram uma aula de cultura, inteligência, carisma e, fundamentalmente, comprometimento. A atual situação do Brasil foi amplamente discutida. Saí do evento fortalecido nas minhas posições. Em breve, farei um resumo sobre tudo que ouvi…

Sérgio (pai do Serginho do Sorriso Maroto), na Tratoria Praça Itália, no Horto (Macaé, RJ)

com Pompeo, Cilene e Milena –

e amigos da Mercearia Xavier

e da Casa de Rações do Sérgio

Milena ainda no Othon

1