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Ryan

Panela Velha é Que Faz Comida Boa

Panela Velha é Que Faz Comida Boa

MILENA KROLL

O cantor, compositor, ator, político, Sérgio Reis, de 78 anos, encantou a família macaense no show de encerramento da Festa de Santo Antônio, no Visconde, que reuniu muita gente bonita ao lado da famosa paróquia.

“Não esperava encontrar tanta gente conhecida num frio domingo a noite. Principalmente, após um resultado frustrante da Seleção Brasileira (1 x 1 com a Suiça), na estreia da Copa do Mundo da Rússia. Só que nada esfriou a verdadeira família macaense. Tinha gente de todas as idades, e de todos os bairros. A Paróquia de Santo Antônio acertou em cheio ao convidar o Sérgio Reis para o climax da festa. Ele é carismático demais. Sua interpretação no “Rei do Gado” é inesquecível. E a idade só está melhorando sua performance, afinal de contas, panela velha é que faz comida boa”, comentou Guilherme Kroll, editor-chefe do Portal Cultura em Macaé.

“Ouvi músicas que lembraram minha infância. Tinha muita gente da melhor idade. Foi um show mágico, diferente”, analisou Milena Kroll, que fotografou o evento.

I Seminário da Juventude – Primeiro Emprego e Estágio Remunerado (Câmara Municipal de Macaé) – 02/08/18

no Utopias, debatendo “Eu Sei Que Vou Te Amar”

Falcão – Meninos do Tráfico (no YouTube)

Falcão – Meninos do Tráfico é um documentário brasileiro produzido pelo rapper MV Bill, pelo seu empresário Celso Athayde e pelo centro de audiovisual da Central Única das Favelas que retrata a vida de jovens de favelas brasileiras envolvidos no tráfico de drogas. A produção independente se tornou popular principalmente por sua transmissão no programa semanal da TV Globo Fantástico, um dos mais famosos no Brasil. O documentário foi feito entre 1998 e 2006 em que os produtores visitaram diversas comunidades pobres do Brasil, registrando em 90 horas na maioria do tempo em forma digital, e um pouco em VHS. O nome do documentário é em razão do termo “falcão” usado nas favelas, que designa aquele cuja tarefa é vigiar a comunidade e informar quando a polícia ou algum grupo inimigo se aproxima. Os dois produtores tiveram que enfrentar o ambiente hostil onde viviam os jovens. A repercussão do documentário no país foi grande, sendo largamente comentado e discutido.

Características
A produção é legendada, em razão da linguagem demasiado informal dos entrevistados, e também contém a tradução de gírias. Os próprios meninos entrevistados ajudavam na produção, posicionando microfones em suas metralhadoras e registrando imagens. Não possui narração, não cita nomes, idade ou localização de onde se está documentando, havendo uma exposição direta, em que só há os depoimentos e as imagens.

O documentário faz parte do Projeto Falcão, que engloba, além do documentário, um livro publicado em 20 de março de 2006 pelos mesmos realizadores do documentário, e por um CD de MV Bill intitulado de Falcão, que foi lançado em 18 de maio do mesmo ano. O livro possui o mesmo título do documentário e se trata dos bastidores das gravações. Publicado pela editora Objetiva, possui 272 páginas e é narrado em primeira pessoa. Os autores ainda discutem assuntos como segurança pública, racismo, repressão policial e a importância do Hip hop para a juventude que vive nas favelas. O objetivo do Projeto Falcão é a de conscientizar a população sobre a realidade dos jovens das comunidades pobres. Nas palavras do produtor Celso Athayde:

“ O Falcão não é um caso de polícia, não é uma denúncia, não é uma lamentação. Falcão é sobretudo uma chance que o Brasil vai ter para refletir sobre uma questão do ponto de vista de quem é o culpado e a vítima. Falcão é uma convocação para que a ordem das coisas seja definitivamente mudada ”
Durante as gravações, 16 dos 17 falcões entrevistados morreram, sendo 14 em apenas três meses, vítimas da violência na qual estavam inseridos. Seus funerais também foram documentados. O único sobrevivente foi empregado pelos dois produtores mas acabou voltando para o tráfico até ser preso. Celso e MV Bill estavam à sua procura para que pudessem continuar com uma nova fase de gravações, tendo em vista que, em 12 de outubro, Dia da Criança, a produção será lançada nos cinemas em forma de longa-metragem com o título de Falcão – O Sobrevivente. Para financiar o filme, o rapper terá de vender mais uma vez sua casa, mas diz não se importar com isso. O filme terá como personagem principal o único sobrevivente dos falcões, o menino que sempre sonhou em ser palhaço de circo. Nas palavras de MV Bill:

“ A gente vai abordar a vida daquele que nunca deixou de sonhar. Que acabou vivo, justamente por estar preso ”
O jovem surgiu no dia 26 de março, uma semana após a primeira exibição no Fantástico, no programa do Faustão (também da Globo), se identificando como Sérgio Teixeira. Foi ao programa para pedir uma nova chance, dizendo que seu sonho continua sendo ser palhaço de circo. No programa ainda admitiu que teve chances de se “recuperar” enquanto estava no crime, mas que sofreu discriminação, alegou também ter uma filha. Além da entrevista, o programa mostrou comentários de MV Bill e do secretário estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, Astério Pereira dos Santos. Ainda tiveram outros que deram apoio ao jovem, entre eles o cantor Caetano Veloso e Beto Carreiro, que pretende ajudá-lo. No momento, Sérgio cumpre prisão em regime semi-aberto.

O que observa-se nas gravações é em como o tráfico de drogas possui influência nas favelas e, consequentemente, na vida do jovem que convive nesse ambiente hostil, além de mostrar o lado humano dessas pessoas. Muitos garotos precisam se integrar ao mundo das drogas para poder sustentar sua família. Segundo a Central Única de Favelas, a maioria dos adolescentes ganha, no máximo, R$ 500,00 para trabalhar no crime. Algumas imagens são consideradas extramamente chocantes, por mostrarem crianças que deveriam estar nas escolas portando armas de fogo. No centro de audiovisual da Central Única das Favelas, que produziu o documentário, os vídeos são feitos e editados pelos jovens das comunidades. MV Bill vêm da cidade do Rio de Janeiro, da favela Cidade de Deus onde mora até hoje. Celso Athayde é empresário dos movimentos musicais rap e hip hop, além de ser um dos fundadores da CUFA (Central Única de Favelas).

Durante as filmagens, o rapper, o idealizador do projeto, disse que chegou a ser preso enquanto falava para uma entrevista do documentário. Além de preso, alegou também ter sido agredido pelos policiais. A declaração foi feita no dia 26 de março, quando o Fantástico mostrava a segunda exibição do documentário. Sobre o assunto, MV Bill diz:

“ Levei porrada. Mas nem denunciei porque estava no lugar errado e com as pessoas que eles consideravam erradas ”

Exibições na televisão
A partir do dia 19 de março de 2006, o Fantástico passou a exibir o documentário em meio à discussões sobre a ocupação do Exército a morros do Rio de Janeiro, o que Athayde considerou como “oportuno”. A primeira transmissão, um especial de 58 minutos, correspondeu à metade do programa descontando-se os comerciais. Foi exibido em três blocos, sendo interrompidos apenas por intervalos. Desde 1973, o Fantástico nunca havia dedicado tanto tempo de sua programação a uma produção independente. Além de não haver cortes, foram acrescentados três minutos de novas imagens. O documentário deveria ser exibido em 2003 pelo programa semanal, mas foi cancelado pelos responsáveis do programa, que alegaram questões de foro íntimo

Quando perguntado pelo programa sobre o motivo pelo qual fez o documentário, MV Bill respondeu:

“ Porque eu vivo perto dessa realidade e eu sempre vi esse problema analisado por antropólogos, sociólogos, especialistas em segurança, que não vivem essa realidade. A idéia é permitir que o país faça uma reflexão sob um novo ponto de vista, que é a visão dos jovens sempre considerados os grandes culpados ”
Em 23 de março de 2006, o presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva foi presenteado por MV Bill com o DVD e o livro sobre o tema no Palácio do Planalto. Lá, o rapper aproveitou para falar sobre os problemas sociais como a má distribuição de renda.

A realidade dos jovens também foi exposta no dia 25 de março de 2006, na TV Câmara às 22h e na segunda-feira de 27 de março na Globo News, reprisando a primeira exibição transmitida pelo Fantástico, também em três blocos a partir das 23horas.


Eu Sei Que Vou Te Amar (no Utopia Cult – Cinema Comentado – Ciclo: Todas as Formas de Amar)

“Eu sei que vou te amar” é um filme brasileiro de 1986, do gênero drama, dirigido por Arnaldo Jabor.

A direção de fotografia é de Lauro Escorel Filho, os figurinos de Glória Kalil e o cenário é uma casa projetada por Oscar Niemeyer em 1948.

Sinopse

Um jovem casal resolve viver em duas horas um jogo da verdade sobre tudo o que já lhes aconteceu, numa psicanálise filmada.

Fernanda Torres ganha o prêmio de melhor Interpretação feminina, no Festival de Cinema de Cannes, pelo filme Eu Sei que Vou Te Amar , de Arnaldo Jabor.

na Arena Sinditob (Lagomar, Macaé) – Copa União 2016 – com Ryan, Milena e Leanderson

Feira Caipira da Serra, na Praça Gê Sardemberg (Antiga Câmara dos Vereadores, Centro, Macaé)

A instauração do Poder Legislativo em Macaé data do dia 22 de janeiro de 1814, um ano após D. João VI ter acolhido o pedido dos habitantes para alterar a condição da localidade de arraial para vila. Assim, foi fundada a Vila de São João de Macahé, que compreendia os distritos de São João Batista (a atual cidade de Macaé), São José do Barreto, Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu, Cachoeiras de Macaé, Frade e Sana.

Em um primeiro momento, a Câmara Municipal de Macaé (CMM) foi instalada nos arredores da Praça Veríssimo de Melo, no Largo da Alegria. O imóvel foi cedido pela família do juiz almotacé, Bento José Ferreira Rebello, que foi nomeado pelo desembargador, ouvidor geral e corregedor da comarca, Manoel Pedro Gomes, para presidir o Legislativo ao lado do juiz Antônio Francisco de Figueiredo. Na ocasião, também foram nomeados os primeiros vereadores: Manoel Gomes Braga, Demétrio Maria Fragoso e Manoel Antônio de Abreu Lima.

A CMM permaneceu no imóvel cedido pela família Ferreira Rabello até meados de 1830, quando foi transferida para a Rua Télio Barreto, no Paço Municipal. Somente em 1860, o Legislativo se instalou no prédio da Avenida Rui Barbosa – atual Palácio Cláudio Moacyr de Azevedo e Museu do Legislativo. Naquela época, o prédio ainda era alugado, tendo sido adquirido por volta de 1890 do antigo proprietário, o Visconde de Araújo.

O imóvel, que atravessou dois séculos como sede do Legislativo, foi construído pelo pai do Visconde, o comerciante Francisco Domingues Araújo, que conquistou fortuna e prestígio na região e chegou a hospedar, em 1847, D. Pedro II na sua primeira visita a Macaé.

Durante quase um século, o presidente da Câmara era quem respondia pela administração da cidade, até que o então governador do Estado, Alfredo Backer, instituiu a Prefeitura de Macaé. Silva Marques foi nomeado prefeito municipal em 1910. Desde então, o Palácio Legislativo da Av. Rui Barbosa passou a abrigar também a sede do Poder Executivo – situação que perdurou até 1993, quando o prefeito Carlos Emir Mussi decidiu transferir a prefeitura para um imóvel na Rua Teixeira de Gouveia.

Nesse período, o Palácio Legislativo passou por uma grande reforma que recuperou a sua estrutura e a arquitetura original. Ao longo desses dois séculos de trajetória, a Câmara de Vereadores foi palco de importantes debates e conquistas que marcaram a história da cidade, como a instalação da Petrobras em 1970, a campanha pelos royalties do petróleo na década de 80 e a primeira lei orgânica do município em 1988.
Em 2008, a Câmara Municipal de Macaé realizou o seu primeiro concurso público, sob a gestão do presidente Eduardo Cardoso. Quatro anos depois, a nova sede do Legislativo foi inaugurada, em dezembro de 2012, dessa vez sob a gestão do então presidente Paulo Antunes. No mesmo ano, aconteceu o segundo concurso público.

Com o nome de Palácio Natálio Salvador Antunes, a nova sede passou a funcionar em 2013, no bairro Virgem Santa, concentrando os diversos setores do Legislativo e oferecendo mais espaço e conforto para receber a população.

 

Feirinha da Amizade acontece nesta sexta em Córrego do Ouro

Foto de pessoas na Feirinha da Amizade

Foto: Divulgação
Feira reúne atrações para crianças e adultos

Os finais de semana em Córrego do Ouro ganharam uma nova atração: a Feirinha da Amizade. Com muita comida boa, diversão para a criançada, música ao vivo e belos artesanatos, a feira acontece na praça de Córrego do Ouro, toda sexta-feira, a partir das 18h.

– A Feira da Amizade, além de ser um atrativo, é uma opção de lazer e, principalmente, uma fonte de renda extra para os moradores da região -, afirmou o presidente da Associação de Moradores de Córrego do Ouro, Marceliel Barcelos.

Já aos sábados, a praça recebe a feira, só que dessa vez pela manhã, a partir das 7h, com vendas de produtos rurais e orgânicos. Aipim, banana, café moído na hora são alguns do produtos preparados pelos moradores da região serrana em suas propriedades e vendidos no local.

Feiras em Macaé – As tradicionais feirinhas também fazem parte da região central de Macaé, como é o caso da Feirinha da Roça. Há 30 anos, todos os sábados, ao lado do Supermercado Extra, conquista e mantém a fidelidade dos macaenses.

Durante a semana, também é possível encontrar os produtos da agricultura familiar produzidos pela economia solidária em outros pontos da cidade. Na Imbetiba, a feira acontece todas as terças-feiras, de 6h às 13h, e as sextas-feiras, de 14h às 19h. Já no Bairro da Glória, a programação ocorre na praça, às quartas, de 6h às 12h. Na praia do Pecado, os produtos são oferecidos às sextas-feiras, de 6h às 13h.

Recém chegada, a Feira Caipira da Serra é realizada todas as sextas-feiras , de 9h às 19h, na praça Gê Sardemberg, onde fica a antiga Câmara de Vereadores de Macaé. Além dos alimentos, quem tiver a oportunidade de visitar a feira poderá adquirir também artesanatos locais, participar de manifestações artísticas, cinema ambiental e música ao vivo.

Fotos de Ryan Kroll:

Terraço da ACIM – após Caravana Shell Empreendedora

Caravana Shell Empreendedora – ACIM (Associação Comercial e Industrial de Macaé)

Arena Maracanã – Campeonato Municipal de Base F7 – Trabalho da Kroll Consultoria Mídia Digital