• +(21) 99639-3362
  • contato@guilhermekroll.com

Cultura em Macaé

Associação Raízes de Aruanda (Mestre Dengo) – Riviera, Macaé

Papo Fest – Cultura em Macaé

Paulinho Serra vai à Casimiro… e ajuda no combate à Febre Amarela

Paulinho Serra vai à Casimiro… e ajuda no combate à Febre Amarela

Sábado foi dia de gargalhadas em Casimiro de Abreu. Paulinho Serra, um dos precursores do stand up comedy, foi ao Restaurante Tia Aretha, apresentar o show ‘Em Pedaçoes’ e proporcionou duas horas de muitas risadas. “Vou falar sobre a minha carreira, em pedaços”.   

“Estou muito feliz por estar em Casimiro de Abreu. Aliás, nem sabia que entravam em Casimiro. Pensava que era só passagem para Rio das Ostras, Macaé, Campos…

Todos param em Casimiro para comprar bananada na beira da estrada. Queria saber para que tanta bananada. Acho que a galera de Casimiro faz estoque de bananada em casa”, falou Paulinho, na apresentação do seu show.

“Pessoal, aqui em Casimiro o público deve aplaudir mais. Afinal de contas, em cada aplauso, um mosquito pode morrer. Vocês podem estar salvando vidas me aplaudindo”.   

O comediante realizou uma verdadeira viagem através da sua memória, passando pela Austrália, por Bangu, e pelo Japão, por exemplo.

Paulinho arrancou muitos aplausos do público presente. Ele deixou algumas cervejas ao lado do palco, e explicou que só poderia beber durante os aplausos. com isso, as pessoas aplaudiam mais para ele poder beber um pouco mais.

Paulinho imitou macacos, veados, e outros bichos. Incorporou seus mais famosos personagens, como o traficante gay, o cirurgião pagodeiro, entre outros, e pegou muito no pé da galera do Sana.

A verdade é que se, a cada aplauso, um mosquito morresse, o problema da febre amarela na cidade estaria resolvido.

Fotos

 

Shake Hinode

Dançando Com Índios

Dançando Com Índios

Alunos de Macaé celebram Dia do Índio no Festival de Dança   

Cerca de 200 crianças e adolescentes de 12 escolas das redes municipal e estadual de Macaé celebraram o Dia do Índio participando do II Festival de Dança Indígena. O evento lotou a Rinha das Artes na tarde desta quarta-feira (19), levando ao público um pouco da cultura dos primeiros habitantes do Brasil. Entre tambores, chocalhos e muitas caras pintadas, os alunos mostraram coreografias com músicas originais indígenas.

Polivalente

Com premiação em troféus para as melhores apresentações, o Festival teve entre os jurados o índio Txoklayá, da tribo Funil-ô, que a partir da próxima semana estará se apresentando com um grupo nas escolas municipais. “Estou muito feliz em participar desse Festival, ainda mais no Dia do Índio. Hoje são poucos os jovens que sabem sobre nossos costumes e nossa cultura. Eventos como esse são muito importantes”, disse Txoklayá. Também participaram do júri a coreógrafa Renata Farah e o historiador Marcos Ferreira.

O evento teve a presença do grupo de dança do Polo de Cultura da Fronteira que fez uma apresentação especial para celebrar a data. Com idade média de cinco anos, os alunos da Escola Municipal de Educação Infantil Maria José Ferreira Barros foram os primeiros a se apresentar, cantando músicas com palavras em tupi-guarani. “Adorei dançar e aprendi muitas coisas sobre os índios”, disse a pequena Carolina Silva.

Colégio Botafogo

Também se apresentaram os alunos das escolas Ciep Darcy Ribeiro; Colégio Estadual Luiz Reid; Ancyra Gonçalves Pimentel; Colégio Municipal Botafogo; Colégio Municipal Ivete Santana de Aguiar; Colégio Municipal Renato Martins; Colégio Municipal Amil Tanos; Colégio Polivalente; Escola Parque Professora Maria Angélica e Colégio Estadual Álvaro Bastos.

O festival faz parte do trabalho desenvolvido pela Coordenação do Programa de Diversidade Étnica, ligado à Coordenadora de Educação Extracurricular da Superintendência de Educação Integrada.   

De acordo com a superintendente de Educação Integrada, Andréa Martins, a iniciativa é a culminância do trabalho desenvolvido ao longo do primeiro bimestre nas escolas. Abordando esse tema, a rede municipal está seguindo a Lei Federal 11.645, que determina o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. “Estamos cumprindo o nosso papel, que é levar a diversidade cultural brasileira aos nossos alunos desde a Educação Infantil”, disse Andréa. “As escolas não se inscreveram só para dançar, mas para um projeto anual. Queremos uma discussão mais constante, além Dia do Índio”.

“O Festival Escolar de Dança Indígena cresceu demais. A Rinha já ficou pequena. Ano que vem, vamos pensar em levar para a praça”, declarou Mariana Duarte, superintendente da Educação Infantil.
Coordenadora do Programa de Diversidade Étnica, Kátia Magalhães ressaltou que o festival é o primeiro grande evento dos projetos que são desenvolvidos nas escolas. “Em maio, teremos a I Mostra de Artes Negras, e em novembro, o II Festival de Dança Afro”, ressaltou Kátia, lembrando também que a Secretaria de Educação oferece dentro das ações de formação continuada para os professores o curso “Escola, Currículo e Relações Étnico-Raciais”.

Andréia Martins

“Gosto muita da dança indígena, afinal de contas, sou descendente deles”, falou Gabriela Gonçalves, que se apresentou ao lado de Sara, Vitória, Fabrício e Anne, todos do Polivalente.

“É muito importante para os nossos alunos vivenciarem a história dos índios. Precisamos resgatar a cultura. É excelente para a escola participar de um evento desses, interagindo com outros colégios”, declarou Juliano, diretor do Colégio Municipal Botafogo.

Fonte: Comunicação Macaé.

Texto-base: https://www.jornalesportesaude.com

Excelentes fotos de Bruno Campos:

 

Cultura em Macaé – Papo Fest

Boomers

Música de Ninar – Anne Alves

Consumação Máxima – Papo Fest

A Vida Grita. E a Luta Continua

A Vida Grita. E a Luta Continua

MILENA KROLL E HEMINE KROLL

 

“A nova escala de plantões para o pessoal da saúde trouxe enorme prejuízos para as diversas categorias. Tem servidor que está sendo obrigado a realizar 6 plantões no mesmo mês. A rotatividade prejudica a rotina de todos. Cada semana, o plantão cai num dia diferente. Ninguém consegue organizar sua vida pessoal e profissional. O pior é que essa resolução contraria uma lei municipal, idealizada pelo atual presidente da Câmara Municipal, Dr. Eduardo. A insatisfação com as atitudes do prefeito é total”.

Com essa fala, a servidora Miriam Seso abriu sua entrevista nas dependências do Sindiserv, expondo a grave crise que envolve os servidores municipais da saúde e o prefeito municipal, Dr. Aluizío. “Dr. Eduardo sempre defendeu os plantões fixos”.

“O pior é que a nova exigência só atinge os profissionais de nível médio. Recepcionistas, o pessoal da farmácia, os laboratórios, os técnicos. Médicos, assistentes sociais, enfermeiros e fisioterapeutas continuam com a regra anterior.

Estamos demonstrando resistência. Estamos sem gratificações. A atual administração pública está sendo uma maldição na vida do servidor. Se algum deles adoecer, perde muita coisa.

Eles ainda não atingiram os profissionais especializados porque são mais difíceis de serem repostos. A maioria dos auxiliares e dos técnicos são mulheres. Precisam do emprego para manter suas famílias. Fica mais difícil para elas enfrentarem a situação. Estamos buscando as vias judiciais para fazer valer a legislação municipal.

Os servidores estão sofrendo. A Silvinha estudava veterinária em Seropédica e enfartou, falecendo. A Laura saiu de Glicério sem condições, batendo na BR 101. Está internada. O quadro é muito grave. Todos estão trabalhando com a cabeça quente. Enquanto o enfermeiro tem um plantão fixo, o técnico de enfermagem cumpre um horário desumano. O clima entre eles fica tenso.

As aposentadorias estão sendo retardadas. Além disso, existe o assédio moral. Os servidores que se rebelam são transferidos para postinhos de saúde. Perdem a gratificação de urgência, emergência. Ficam sem produtividade. Sem falar no adicional noturno.

Todos sabem que a crise não chegou em Macaé. Só de royalties foram mais de R$ 56 milhões. Não houve deficit. Não há necessidade de tanta maldade com os servidores.

Faltam até copos d’água. Muitos acabam dormindo em colchonetes. A Guarda Municipal também está sofrendo.

A população custa a perceber. Só quando se fecha um posto de saúde, como em Glicério, é que o povo acorda. Ficamos sem ambulância, sem dentista, e ninguém falava nada.

Chegar no HPM à noite é um problema. Existe o problema do transporte, sem falar na violência. Existe um desmonte do estado, patrocinado pelo MDB. Temos um grupo de trabalho aqui no Sindiserv. Vamos dar todo suporte jurídico. Queremos despachar com o juiz responsável. O Conselhor Municipal de Saúde também será acionado”.