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Milena: Formatura do Ensino Médio (Barroco Lopes), no Salão Nobre do TC Macaé

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Milena e Ryan no Ginásio Juquinha (TC Macaé)

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Dançando Com Índios

Dançando Com Índios

Alunos de Macaé celebram Dia do Índio no Festival de Dança   

Cerca de 200 crianças e adolescentes de 12 escolas das redes municipal e estadual de Macaé celebraram o Dia do Índio participando do II Festival de Dança Indígena. O evento lotou a Rinha das Artes na tarde desta quarta-feira (19), levando ao público um pouco da cultura dos primeiros habitantes do Brasil. Entre tambores, chocalhos e muitas caras pintadas, os alunos mostraram coreografias com músicas originais indígenas.

Polivalente

Com premiação em troféus para as melhores apresentações, o Festival teve entre os jurados o índio Txoklayá, da tribo Funil-ô, que a partir da próxima semana estará se apresentando com um grupo nas escolas municipais. “Estou muito feliz em participar desse Festival, ainda mais no Dia do Índio. Hoje são poucos os jovens que sabem sobre nossos costumes e nossa cultura. Eventos como esse são muito importantes”, disse Txoklayá. Também participaram do júri a coreógrafa Renata Farah e o historiador Marcos Ferreira.

O evento teve a presença do grupo de dança do Polo de Cultura da Fronteira que fez uma apresentação especial para celebrar a data. Com idade média de cinco anos, os alunos da Escola Municipal de Educação Infantil Maria José Ferreira Barros foram os primeiros a se apresentar, cantando músicas com palavras em tupi-guarani. “Adorei dançar e aprendi muitas coisas sobre os índios”, disse a pequena Carolina Silva.

Colégio Botafogo

Também se apresentaram os alunos das escolas Ciep Darcy Ribeiro; Colégio Estadual Luiz Reid; Ancyra Gonçalves Pimentel; Colégio Municipal Botafogo; Colégio Municipal Ivete Santana de Aguiar; Colégio Municipal Renato Martins; Colégio Municipal Amil Tanos; Colégio Polivalente; Escola Parque Professora Maria Angélica e Colégio Estadual Álvaro Bastos.

O festival faz parte do trabalho desenvolvido pela Coordenação do Programa de Diversidade Étnica, ligado à Coordenadora de Educação Extracurricular da Superintendência de Educação Integrada.   

De acordo com a superintendente de Educação Integrada, Andréa Martins, a iniciativa é a culminância do trabalho desenvolvido ao longo do primeiro bimestre nas escolas. Abordando esse tema, a rede municipal está seguindo a Lei Federal 11.645, que determina o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. “Estamos cumprindo o nosso papel, que é levar a diversidade cultural brasileira aos nossos alunos desde a Educação Infantil”, disse Andréa. “As escolas não se inscreveram só para dançar, mas para um projeto anual. Queremos uma discussão mais constante, além Dia do Índio”.

“O Festival Escolar de Dança Indígena cresceu demais. A Rinha já ficou pequena. Ano que vem, vamos pensar em levar para a praça”, declarou Mariana Duarte, superintendente da Educação Infantil.
Coordenadora do Programa de Diversidade Étnica, Kátia Magalhães ressaltou que o festival é o primeiro grande evento dos projetos que são desenvolvidos nas escolas. “Em maio, teremos a I Mostra de Artes Negras, e em novembro, o II Festival de Dança Afro”, ressaltou Kátia, lembrando também que a Secretaria de Educação oferece dentro das ações de formação continuada para os professores o curso “Escola, Currículo e Relações Étnico-Raciais”.

Andréia Martins

“Gosto muita da dança indígena, afinal de contas, sou descendente deles”, falou Gabriela Gonçalves, que se apresentou ao lado de Sara, Vitória, Fabrício e Anne, todos do Polivalente.

“É muito importante para os nossos alunos vivenciarem a história dos índios. Precisamos resgatar a cultura. É excelente para a escola participar de um evento desses, interagindo com outros colégios”, declarou Juliano, diretor do Colégio Municipal Botafogo.

Fonte: Comunicação Macaé.

Texto-base: https://www.jornalesportesaude.com

Excelentes fotos de Bruno Campos:

 

Colégio Barroco Lopes – Franquia do Grêmio (RS) – Grêmio Barroco – Campo de Fut7 e Ginásio de Esportes

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