• +(21) 99639-3362
  • contato@guilhermekroll.com

Centro (Macaé)

Milena: Formatura do Ensino Médio (Barroco Lopes), no Salão Nobre do TC Macaé

Benê La – Mercado de Peixes

Milena e Ryan no Ginásio Juquinha (TC Macaé)

Kroll Consultoria – venda de fotos no Barroco Lopes

Dançando Com Índios

Dançando Com Índios

Alunos de Macaé celebram Dia do Índio no Festival de Dança   

Cerca de 200 crianças e adolescentes de 12 escolas das redes municipal e estadual de Macaé celebraram o Dia do Índio participando do II Festival de Dança Indígena. O evento lotou a Rinha das Artes na tarde desta quarta-feira (19), levando ao público um pouco da cultura dos primeiros habitantes do Brasil. Entre tambores, chocalhos e muitas caras pintadas, os alunos mostraram coreografias com músicas originais indígenas.

Polivalente

Com premiação em troféus para as melhores apresentações, o Festival teve entre os jurados o índio Txoklayá, da tribo Funil-ô, que a partir da próxima semana estará se apresentando com um grupo nas escolas municipais. “Estou muito feliz em participar desse Festival, ainda mais no Dia do Índio. Hoje são poucos os jovens que sabem sobre nossos costumes e nossa cultura. Eventos como esse são muito importantes”, disse Txoklayá. Também participaram do júri a coreógrafa Renata Farah e o historiador Marcos Ferreira.

O evento teve a presença do grupo de dança do Polo de Cultura da Fronteira que fez uma apresentação especial para celebrar a data. Com idade média de cinco anos, os alunos da Escola Municipal de Educação Infantil Maria José Ferreira Barros foram os primeiros a se apresentar, cantando músicas com palavras em tupi-guarani. “Adorei dançar e aprendi muitas coisas sobre os índios”, disse a pequena Carolina Silva.

Colégio Botafogo

Também se apresentaram os alunos das escolas Ciep Darcy Ribeiro; Colégio Estadual Luiz Reid; Ancyra Gonçalves Pimentel; Colégio Municipal Botafogo; Colégio Municipal Ivete Santana de Aguiar; Colégio Municipal Renato Martins; Colégio Municipal Amil Tanos; Colégio Polivalente; Escola Parque Professora Maria Angélica e Colégio Estadual Álvaro Bastos.

O festival faz parte do trabalho desenvolvido pela Coordenação do Programa de Diversidade Étnica, ligado à Coordenadora de Educação Extracurricular da Superintendência de Educação Integrada.   

De acordo com a superintendente de Educação Integrada, Andréa Martins, a iniciativa é a culminância do trabalho desenvolvido ao longo do primeiro bimestre nas escolas. Abordando esse tema, a rede municipal está seguindo a Lei Federal 11.645, que determina o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena. “Estamos cumprindo o nosso papel, que é levar a diversidade cultural brasileira aos nossos alunos desde a Educação Infantil”, disse Andréa. “As escolas não se inscreveram só para dançar, mas para um projeto anual. Queremos uma discussão mais constante, além Dia do Índio”.

“O Festival Escolar de Dança Indígena cresceu demais. A Rinha já ficou pequena. Ano que vem, vamos pensar em levar para a praça”, declarou Mariana Duarte, superintendente da Educação Infantil.
Coordenadora do Programa de Diversidade Étnica, Kátia Magalhães ressaltou que o festival é o primeiro grande evento dos projetos que são desenvolvidos nas escolas. “Em maio, teremos a I Mostra de Artes Negras, e em novembro, o II Festival de Dança Afro”, ressaltou Kátia, lembrando também que a Secretaria de Educação oferece dentro das ações de formação continuada para os professores o curso “Escola, Currículo e Relações Étnico-Raciais”.

Andréia Martins

“Gosto muita da dança indígena, afinal de contas, sou descendente deles”, falou Gabriela Gonçalves, que se apresentou ao lado de Sara, Vitória, Fabrício e Anne, todos do Polivalente.

“É muito importante para os nossos alunos vivenciarem a história dos índios. Precisamos resgatar a cultura. É excelente para a escola participar de um evento desses, interagindo com outros colégios”, declarou Juliano, diretor do Colégio Municipal Botafogo.

Fonte: Comunicação Macaé.

Texto-base: https://www.jornalesportesaude.com

Excelentes fotos de Bruno Campos:

 

Colégio Barroco Lopes – Franquia do Grêmio (RS) – Grêmio Barroco – Campo de Fut7 e Ginásio de Esportes

Feira Caipira da Serra, na Praça Gê Sardemberg (Antiga Câmara dos Vereadores, Centro, Macaé)

A instauração do Poder Legislativo em Macaé data do dia 22 de janeiro de 1814, um ano após D. João VI ter acolhido o pedido dos habitantes para alterar a condição da localidade de arraial para vila. Assim, foi fundada a Vila de São João de Macahé, que compreendia os distritos de São João Batista (a atual cidade de Macaé), São José do Barreto, Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu, Cachoeiras de Macaé, Frade e Sana.

Em um primeiro momento, a Câmara Municipal de Macaé (CMM) foi instalada nos arredores da Praça Veríssimo de Melo, no Largo da Alegria. O imóvel foi cedido pela família do juiz almotacé, Bento José Ferreira Rebello, que foi nomeado pelo desembargador, ouvidor geral e corregedor da comarca, Manoel Pedro Gomes, para presidir o Legislativo ao lado do juiz Antônio Francisco de Figueiredo. Na ocasião, também foram nomeados os primeiros vereadores: Manoel Gomes Braga, Demétrio Maria Fragoso e Manoel Antônio de Abreu Lima.

A CMM permaneceu no imóvel cedido pela família Ferreira Rabello até meados de 1830, quando foi transferida para a Rua Télio Barreto, no Paço Municipal. Somente em 1860, o Legislativo se instalou no prédio da Avenida Rui Barbosa – atual Palácio Cláudio Moacyr de Azevedo e Museu do Legislativo. Naquela época, o prédio ainda era alugado, tendo sido adquirido por volta de 1890 do antigo proprietário, o Visconde de Araújo.

O imóvel, que atravessou dois séculos como sede do Legislativo, foi construído pelo pai do Visconde, o comerciante Francisco Domingues Araújo, que conquistou fortuna e prestígio na região e chegou a hospedar, em 1847, D. Pedro II na sua primeira visita a Macaé.

Durante quase um século, o presidente da Câmara era quem respondia pela administração da cidade, até que o então governador do Estado, Alfredo Backer, instituiu a Prefeitura de Macaé. Silva Marques foi nomeado prefeito municipal em 1910. Desde então, o Palácio Legislativo da Av. Rui Barbosa passou a abrigar também a sede do Poder Executivo – situação que perdurou até 1993, quando o prefeito Carlos Emir Mussi decidiu transferir a prefeitura para um imóvel na Rua Teixeira de Gouveia.

Nesse período, o Palácio Legislativo passou por uma grande reforma que recuperou a sua estrutura e a arquitetura original. Ao longo desses dois séculos de trajetória, a Câmara de Vereadores foi palco de importantes debates e conquistas que marcaram a história da cidade, como a instalação da Petrobras em 1970, a campanha pelos royalties do petróleo na década de 80 e a primeira lei orgânica do município em 1988.
Em 2008, a Câmara Municipal de Macaé realizou o seu primeiro concurso público, sob a gestão do presidente Eduardo Cardoso. Quatro anos depois, a nova sede do Legislativo foi inaugurada, em dezembro de 2012, dessa vez sob a gestão do então presidente Paulo Antunes. No mesmo ano, aconteceu o segundo concurso público.

Com o nome de Palácio Natálio Salvador Antunes, a nova sede passou a funcionar em 2013, no bairro Virgem Santa, concentrando os diversos setores do Legislativo e oferecendo mais espaço e conforto para receber a população.

 

Feirinha da Amizade acontece nesta sexta em Córrego do Ouro

Foto de pessoas na Feirinha da Amizade

Foto: Divulgação
Feira reúne atrações para crianças e adultos

Os finais de semana em Córrego do Ouro ganharam uma nova atração: a Feirinha da Amizade. Com muita comida boa, diversão para a criançada, música ao vivo e belos artesanatos, a feira acontece na praça de Córrego do Ouro, toda sexta-feira, a partir das 18h.

– A Feira da Amizade, além de ser um atrativo, é uma opção de lazer e, principalmente, uma fonte de renda extra para os moradores da região -, afirmou o presidente da Associação de Moradores de Córrego do Ouro, Marceliel Barcelos.

Já aos sábados, a praça recebe a feira, só que dessa vez pela manhã, a partir das 7h, com vendas de produtos rurais e orgânicos. Aipim, banana, café moído na hora são alguns do produtos preparados pelos moradores da região serrana em suas propriedades e vendidos no local.

Feiras em Macaé – As tradicionais feirinhas também fazem parte da região central de Macaé, como é o caso da Feirinha da Roça. Há 30 anos, todos os sábados, ao lado do Supermercado Extra, conquista e mantém a fidelidade dos macaenses.

Durante a semana, também é possível encontrar os produtos da agricultura familiar produzidos pela economia solidária em outros pontos da cidade. Na Imbetiba, a feira acontece todas as terças-feiras, de 6h às 13h, e as sextas-feiras, de 14h às 19h. Já no Bairro da Glória, a programação ocorre na praça, às quartas, de 6h às 12h. Na praia do Pecado, os produtos são oferecidos às sextas-feiras, de 6h às 13h.

Recém chegada, a Feira Caipira da Serra é realizada todas as sextas-feiras , de 9h às 19h, na praça Gê Sardemberg, onde fica a antiga Câmara de Vereadores de Macaé. Além dos alimentos, quem tiver a oportunidade de visitar a feira poderá adquirir também artesanatos locais, participar de manifestações artísticas, cinema ambiental e música ao vivo.

Fotos de Ryan Kroll:

Benê La

Benê La

GUILHERME KROLL

Terça-feira é dia de Benê La, na Praça do Mercado Municipal de Peixes, em Macaé. Organização conjunta da Secretaria Municipal de Cultura com a Secretaria Municipal de Pesca. o evento reúne música, artesanato e gastronomia de muita qualidade.

“Que evento delicioso. Ainda bem que tem em todas as terças-feiras. Os músicos da EMART se apresentam com boa música. Adoro o pastel de siri que é servido num food truck. O Chopp da Brahma é garantido pelo ÔÔÔ Chopp, do Felipe Zarour, que está se tornando uma atração nos eventos da cidade”, declarou Guilherme Kroll, editor-chefe do Portal Cultura em Macaé, e apresentador do Momento Cultural do Manhã da Globo com Nélson Caio. “É uma ação em parceria de várias Secretarias. Acredito que a melhor solução para vários problemas de Macaé está na interação entre vários órgãos públicos”.

ÔÔÔ Chopp… Felipe Zarour serve Chopp da Brahma de extrema qualidade em eventos de Macaé

Mônica Braga, da Secretaria de Cultura, e Fábio Guma, da Guma e a Mandala

Guilherme Kroll com Mariana (Pesca), Angélica (Educação) e Mônica (Cultura)

Ilzimar Bandeira, artista do Lagomar, desenhou Guilherme Kroll

Músicos da EMART

Marco Polo, coordenador da EMART

Mônica Braga no Mercado Municipal de Peixes

 

Riso, Alegria e Chuva no Resgate do Carnaval de Rua de Macaé

Riso, Alegria e Chuva no Resgate do Carnaval de Rua de Macaé

“Quanto riso, oh… quanta alegria… ” Nesse ritmo foi lançada em Macaé, na última sexta (3), a abertura do Carnaval de Rua, reunindo shows, exposições, representantes de bois pintadinhos, de blocos e muita diversão.  6

A Rua Conde de Araruama, no Centro, virou palco principal para a folia. A Secretaria Municipal de Cultura fez do pátio do Museu Solar dos Mellos cenário onde reuniu fotos e informações sobre o tema, desde o ano de 1865, enfatizando principais passagens, até o final da década de 80.

A ação da Secretaria Municipal de Cultura somada à iniciativa da comissão ‘Resgatadores da Folia’ resultou numa noite memorável, quando marchinhas, reencontros e boas lembranças dos carnavais de outrora foram o “abre-alas” da festa popular.  2

‘Chaplin’s Bar – 60 anos de História”, com homenagens voltadas para o empresário Samuel Marques, trouxe de volta a magia das festas dos anos 80. Muito emocionado, Samuel Bittencourt Marques (o Samuelzinho, como é carinhosamente chamado pelos amigos), filho do homenageado, diz da importância da influência do pai e o verdadeiro carinho dos amigos. “Não tenho palavras para retratar esse momento. Estar aqui é uma mistura de saudade e alegria. Ver e sentir tudo isso na pele é uma energia positiva e inexplicável”, disse emocionado.  0

Shows e personalidades que marcaram época também foram destaques na noite. Andréa Martins, pedagoga, irradiante, representou muito bem a classe das rainhas. “Quanta honra estar aqui, não consigo esconder a emoção, passando um filme de tudo que vivi nesses anos representando o melhor do Carnaval da nossa cidade”, relembra Andréa.

Para Gomide, representante do Bloco dos Bombeiros, as lembranças também emocionam. Muitas conquistas e amigos durante esses anos de bloco. “Destaco o melhor momento de minha vida, foi num desses carnavais que encontrei o amor da minha vida e estamos casados até hoje” – disse o folião.

A importância das ações populares oferecendo uma programação voltada para a participação familiar, teve o apoio da Prefeitura de Macaé, mobilizando várias secretarias fazendo com que tudo ocorresse como o planejado, garantindo diversão e segurança aos presentes.  00

– Estou emocionada! Voltei, literalmente, aos anos 80, revivendo época e reencontrando amigos que levo para a vida inteira. Parabéns à Prefeitura, secretarias e à comissão organizadora. Nossa Princesinha do Atlântico voltando a ser como antes-, pontuou Natália da Silveira, professora.

O Solar dos Mellos, que pertence à Secretaria Municipal de Cultura, deixará disponível a exposição para quem se interessar em conhecer melhor e pesquisar através de registros em jornais e livros antigos, e destaca que o processo de resgate fotográfico é contínuo e estará em permanente construção e atualização, com aceitação da colaboração popular, como exemplo, oferecer fotos entre outros materiais de acervo particular a fim de compor a história do município sobre o tema.

A secretária de Cultura Tânia Jardim destaca a importância do evento para a população, enfatizando o carnaval como um dos maiores festejos de referência do país:  1

– A importância do Carnaval enquanto elemento que compõe a identidade brasileira é inegável. Estou muito emocionada e orgulhosa de fazer parte dessa festa. Parabéns a todos os envolvidos. Macaé merece! Nós merecemos! Linda festa de resgate a nossa tradição – registrou a secretária.

http://www.macae.rj.gov.br/noticias/leitura/noticia/macae-resgata-a-magia-do-carnaval-de-rua

2017-02-05 13:43:00 – Jornalista: Mônica Braga

3

Conferência Municipal de Cultura 2018 – Teatro Municipal de Macaé

123